Missionário Urbano SP

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mc 1.29-31

Logo que saíram da sinagoga, foram com Tiago e João à casa de Simão e André. 30 A sogra de Simão estava de cama, com febre, e falaram a respeito dela a Jesus. 31 Então ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou, e ela começou a servi-los.

O texto imediatamente anterior a esse, trata de um homem que estando na sinagoga e ouvindo Jesus falar foi acometido de uma manifestação demoníaca, e Jesus sem nenhum “show” ou estardalhaço, mas com firmeza, ordena que o espírito imundo, “cale-se e saia dele”, nisso Jesus chama para si a atenção das pessoas que espantadas e admiradas comentam, "O que é isto? Um novo ensino — e com autoridade! Até aos espíritos imundos ele dá ordens, e eles lhe obedecem!”
Naquela época os judeus contavam as horas de uma forma diferente da de hoje, o dia doa judeu se iniciava às seis horas e essa era a primeira hora do dia e no Shabbat o culto na sinagoga chegava ao fim na décima segunda hora, que seriam seis horas da tarde, levando em consideração que o jejum sabático se iniciava ao entardecer da sexta-feira e termina no entardecer do sábado, nessa condição o que mais um homem quer e quebrar seu jejum e descansar, essa era a condição em que Jesus se encontrava naquele momento, fragilizado pelo jejum, cansado pelo esforço de estar explicando a Palavra durante longo período na sinagoga.
Chegando então no lugar onde ele encontraria descanso e alimento, encontra a sogra de Pedro acamada. O mal que a acometia era muito comum naquela época e até os dias de hoje ainda o é, o Talmud o denomina de “febre ardente” e determinava que a única forma de esse mal deixasse o corpo de quem dele estava acometido, seria o de seguir o seguinte ritual. Devia-se atar uma faca de ferro, mediante a uma mecha de cabelos, a um espinheiro. No primeiro dia deveria se recitar nesse lugar Êxodo 3.2-3, no segundo dia da mesma forma se recitaria Êxodo 3.4 e no terceiro dia, Êxodo 3.5. Logo após de recitava certa formula mágica e assim supunha-se que conseguir-se-ia a cura total. Contrário a tudo isso, Jesus apenas “tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou” e isso nos diz algumas coisas a respeito de Jesus, primeira ele não precisa de publico para realizar milagres e atender a necessidade das pessoas, depois mostra que Ele nunca, por mais cansado que estivesse, deixava de atender a quem dele necessitasse e terceiro ele não dependia de rituais ou magias para realizar uma cura, e outras duas coisas importantes ele tanto curava o espírito quanto o corpo.
Outro grupo de personagens desses poucos versículos são os discípulos de Jesus, Tiago, João, Simão e André, eles nos mostram o que a princípio pode parecer uma atitude meio utilitarista, mas que na verdade é uma mostra que já desde o início da caminhada deles com Jesus depositavam plena confiança e dependência dEle, assim que como um ato continuo de oração falavam com alguém que além de mestre era intimo amigo e que poderiam a Ele levar com simplicidade suas necessidades, e sabiam que da mesma forma seriam atendidos, e tão simples como foi o pedido foi a resposta de Jesus.
E por último, mas não menos importante temos a lição que nos é dada pela sogra de Simão, alguém que de pronto recebe uma benção do Senhor e de imediato põe-se a servir os outros, ela com certeza, não era a única mulher da casa, não dependeria dela para que Jesus e seus discípulos pudessem se alimentar, mas ela entende que quando Jesus toca as nossas vidas Ele faz para que possamos abençoar outros, e assim aconteceu.
Minha oração:
Que Jesus em sua infinita sabedoria nos sare, para que possamos nos dedicar em servir como ato de gratidão a ele. Que tenhamos a intimidade de um amigo que com simplicidade pede o que precisa, muitas vezes nem para si, mas intercedendo por outro. E como Jesus, façamos o que Ele tem nos chamado a fazer, independente de se estamos em meio a multidão ou em uma casa humilde de um pescador e que isso sempre se reverta em Glória a Jesus. Amém
*texto sem revisão ortográfica.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mc 1.23-28

23 Justamente naquela hora, na sinagoga, um homem possesso de um espírito imundo gritou: 24 "O que queres conosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Sei quem tu és: o Santo de Deus! " 25 "Cale-se e saia dele! ", repreendeu-o Jesus. 26 O espírito imundo sacudiu o homem violentamente e saiu dele gritando. 27 Todos ficaram tão admirados que perguntavam uns aos outros: "O que é isto? Um novo ensino — e com autoridade! Até aos espíritos imundos ele dá ordens, e eles lhe obedecem! " 28 As notícias a seu respeito se espalharam rapidamente por toda a região da Galiléia.

Em nosso texto anterior, falamos um pouco das funções da sinagoga, mas outra função não explorada anteriormente nos surgiu agora, a Sinagoga era também usada como tribunal. Ali eram julgados e as punições aplicadas a aqueles que descumpriam as duras regras do judaísmo.
Nosso texto acima nos mostra também uma particularidade bem interessante a respeito de Jesus, e se entendemos que Ele é o modelo que devemos seguir, devemos observar e imitar e não sair por ai criando novas formas de fazer algo que Jesus fazia com simplicidade. Vou explicar: Se lermos os relatos onde Jesus expulsa demônios, não veremos Jesus tocando no endemoninhado, apenas uma ordem branda, não há relatos de imposição de mãos ou qualquer outra coisa que possamos perceber. Isso mostra que apenas a autoridade do nome de Jesus é o suficiente para isso, não é necessário “mega shows” pelo contrário.
A crença que pairava entre o povo judeu daquela época era assim, “todo o mundo e sua atmosfera estavam cheios de demônios”, um fato interessante é que os médicos da época praticavam uma técnica da medicina chamada “Trépania” essa técnica se consistia em usar o trépano(rudimentar instrumento cirúrgico parecido com uma broca) para fazer um pequeno furo no osso do crâneo, pois acreditavam que assim os demônios poderia sai da pessoa, por isso era comum encontrar em exumações em cemitérios antigos vários crâneos com pequenas perfurações mostrando que tal pessoa havia sido trepanada.
Ciam que os demônios vinham de três possíveis fintes, eram elas:
1) Que os demônios eram tão velhos como a própria criação.
2) Que eram homens malvados que após a sua morte continuavam a realizar suas maldades. (uma espécie de possessão)
3) Já a grande maioria. Relacionavam com a história de Gênesis 6.1-8, e isso é também citado em 2Pe 2.4-5.
Como eles construíam sua crença?
Havia dois anjos que abandonaram a Deus um deles se arrependeu e voltou, porém, o outro “Shemaksai” por querer satisfazer sua luxuria resolve ser relacionar com as mulheres mortais. A palavra que é usada para designar demônios é “mazzikin”, que significa “o que faz o mal”.
Uma coisa é testemunhada por muitos médicos, que muitas vezes lutam de forma incansável com alguns pacientes portadores de males até simples aos olhos da medicina, mas que estranhamente não conseguem obter sucesso em seus tratamentos e quando ganhão uma batalha algo novo aparece e começa a batalha novamente, mesmo sendo cientistas, acabem crendo na existência de “algo” que a ciência não explica e que esteja provocando tais males.
Amados o assunto é polêmico e extenso, não pretendo esgotá-lo e nem firmar questões, mas colocar um pouco de luz ao texto estudado e trazer um aprofundamento do entendimento de como as pessoas na época de Jesus tinham.

Minha Oração:
Pai, coisas espirituais se discernem espiritualmente, então peço, dá-nos a sabedoria que vem de Ti para que compreendamos esses coisas, e as que não compreendermos, que Senhor acalme nosso coração e nos dê Paz. Em nome de Jesus. Amém.
*texto sem revisão ortográfica.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mc 1.21-22

21 Eles foram para Cafarnaum e, assim que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22 Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei.

Não chegamos a metade do primeiro capítulo de Marcos e quanto já nos é revelado de Jesus e seu ministério, Jesus reconhece em João Batista o chamado de Deus a ação. É batizado e recebe a chancela de Deus aprovando e preparando para sua missão. Sai do deserto vitorioso sobre o diabo. Escolhe seus companheiros, aos quais irá infundir em seus corações sua Palavra. E a partir daqui lança-se em cumprir sua campanha de mudar o mundo. Escolhe a sinagoga como ponto de partida para sua mensagem pois é o lugar onde era apresentada a Palavra de Deus.
Duas instituições judaicas muito importantes o “Templo” e as “Sinagogas”, muito de nós tem dificuldade de separar uma coisa da outra, então vamos discorrer um pouco sobre suas principais diferenças entre um e outro.
Ao Templo, estava restrito duas atividades, a adoração e o sacrifício e o templo era único, não existiam vários templos e sim apenas “O Templo” em Jerusalém. Já as Sinagogas, essas existiam em grande quantidade, cada lugar ou vilarejo onde lá tivesse dez famílias judias vivendo, ali se instituía uma sinagoga, lugar onde sua finalidade era bem diferente do Templo. Na sinagoga, se cuidava de outras dias coisas, do ensino e instrução, por isso, a sinagoga para o judeu era muito mais influente que o próprio Templo, já que ao templo se ia apenas uma vez ao ano e a sinagoga fazia parte do dia-a-dia do povo.
Vamos entender como as sinagogas funcionavam, três figuras de extrema importância existiam na sinagoga, o Presidente da Sinagoga, o Distribuidor das Esmolas e o Chazzan. O Presidente era o responsável pela administração dos assuntos da sinagoga e ele era responsável pelos acertos para o serviço. O Distribuidor das Esmolas era responsável por recolher diariamente as ofertas dos mais abastados e qua podiam ofertar e distribuí-la entre os pobres, existia uma regra que cada pobre receberia o suficiente mantimento para quatorze refeições por semana. O Chazzan tinha algumas atribuições desde o cuidado com a limpeza da sinagoga como responsável em guardar os rolos sagrados com as cópias das Escrituras, e por tocar a trombeta de prata anunciando a todos a chegada do Shabbat.
Uma coisa que não existia na sinagoga era a figura de um ministro da palavra, sendo assim, a cada reunião o Presidente escolhia dentre os que ali estavam um que segundo seu conceito fora competente para explicar as escrituras que na sua maioria das vezes eram os Escribas, assim chamados pelo seu amplo conhecimento da Lei, e os Escribas mais importantes eram denominados de Rabino.
A Lei se compreendia no que conhecemos como Pentateuco ou os cinco primeiros livros da nossa Bíblia e que para os judeus é a Torá, o principal núcleo da Lei eram os Dez Mandamentos, mas para eles não se podia parar aí, ia-se além e se criavam regras para o cumprimento dessa lei e regaras para o cumprimento das regras, ou seja, uma infinidade de “humanidades” inseridas como verdades na vida do judeu e por não ser Palavra de Deus, não eram se quer escritas, mas ensinadas por tradição oral de onde vem o termo “Lei Oral” e mesmo não sendo a Lei escrita, tinham para aquele povo mais importância que a própria Lei escrita.
O texto nos mostra uma diferença enorme que havia nos ensinos de Jesus já desde o princípio de seu ministério, “porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei.” A forma que Jesus ensinava supera em muito os ensinos dos escribas, Ele mostrava as verdades bíblicas com autoridade divina e nisso já no início de seu ministério começa dar o tom de que Jesus não precisava se apoiar em ninguém para transmitir suas verdades.
Como Jesus veio para falar do Reino de Deus, nada mais justo começar sua proclamação no lugar onde Deus era estudado, onde sua Palavra era estudada e para o povo ao qual estava o principal propósito de seu ministério.
Minha Oração:
Senhor como é maravilhoso poder estudar sua Palavra, como é prazeroso aprofundar no conhecimento dos detalhes da época e entender com isso um pouco melhor os porquês de algumas coisas. Continue a abençoar esse trabalho e me capacitar a entender os textos e comentaristas para transmitir de forma a edificar muitas vidas. Em nome de Jesus, amém.
*texto sem revisão ortográfica.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mc 1.16-20


16 Andando à beira do mar da Galiléia, Jesus viu Simão e seu irmão André lançando redes ao mar, pois eram pescadores. 17 E disse Jesus: "Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens". 18 No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram. 19 Indo um pouco mais adiante, viu num barco Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, preparando as suas redes. 20 Logo os chamou, e eles o seguiram, deixando Zebedeu, seu pai, com os empregados no barco.

Quando lemos esse texto, sem nos atermos a cronologia bíblica, a primeira pergunta que nos vem a cabeça é: Como em sã consciência, alguém larga, família trabalho, e seu lugar de moradia e tudo mais que isso implica para seguir um cara que do nada para em pé na minha frente e diz para eu segui-lo? Realmente não tem lógica!
Durante o ultimo ano e meio, tenho, junto ao meu pequeno grupo estudado o ministério de Jesus de forma cronológica, lá eu, eventualmente levo o estudo as pessoas, esse foi um em particular. Depois de uma vida inteira ouvindo a palavra, já que nasci em lar cristão e fui criado desde bem pequeno frequentando a igreja, me deixou abismado ao descobrir que, o que em muitas vezes eu havia ouvido em pregações estava errado. Explico: Sempre ouvi pregadores falando, usando esse texto como base, da irresistível atração de Jesus. Logo imaginava que aqueles homens estavam nessa cena vendo Jesus pela primeira vez. Como entender que alguém poderia fazer o que fizeram? Indo um pouco mais a fundo, percebemos que em episódios anteriores eles já havia estado com Jesus, eles eram seguidores de João Batista, que aponta a Jesus como aquele que haveria de vir, estavam presentes no batismo de Jesus. E ai em minha cabeça veio um versículo, “e conhecereis a verdade e a verdade os libertará”, oh Glória, agora eu entendi. Sim é impossível alguém receber um chamado de Jesus e não atende-lo, porém, nesse caso, eles estavam por suas vidas todas esperando o Messias, e Ele estava ali, em pé, convidando-os a serem seus seguidores. Que privilégio!
Isto posto, e desmistificado esse ponto, seguimos agora, buscando entender melhor o caráter ou características dos que Jesus chamou.
Podemos ver que uma característica, era o fato de serem pessoas muito simples, conheço um vila de pescadores no litoral sul de São Paulo, e lá temos a oportunidade de perceber o que esse simplicidade significa, as pessoas não se importam muito com o que vestem, pois vivem para o trabalho, e trabalho braçal, não se importam muito com o melhor português, pois todos são iguais e não se carece de erudição, se alimentam principalmente do que extraem do mar e por isso não nutem um paladar apurado e exigente. Na sua maioria são pouco ou nada instruídos, não concluíram seus estudos e tão pouco frequentaram uma universidade, lá não existem aristocratas ou eclesiásticos. Isso mostra que ninguém creu como Jesus no homem simples e comum. Lincoln disse: “Deus deve amar as pessoas comuns. Ele fez tantos!” Daqui tiro uma lição “ninguém deve se preocupar com o que é, mas se colocar a disposição de Jesus para ser usado.”
Jesus os pega em suas vidas cotidianas, fazendo o que faziam todos os dias, realizando o seu trabalho habitual, então Ele os chama. Assim como com Amós, um boiadeiro, que Deus o tira do meio do gado e levanta como profeta, sem escola de teologia sem uma linguagem acadêmica, gente simples do interior. Concluímos que um homem pode receber um chamado, em qualquer momento e situação de sua vida, não tem regra. Deus não chama somente os capacitados, mas sempre, capacita os chamados.
Quando os chama, como já explicado no segundo paragrafo desta, depois de terem conhecido Jesus, recebem um chamado e para eles, esse chamado é irresistível, porem para Jesus é um ato de amor, buscando nos dar, o privilégio de sermos, coparticipantes em seu ministério de levar o evangelho a toda humanidade.
Sejam pescadores de homens, essa foi à oferta feita por Jesus. Pescar era a atividade natural deles, e eles sabiam que o que Jesus estava lhes oferecendo era trabalho e não nada, além disso. A verdadeira tarefa deles se daria quando eles se entregassem inteiramente nas mãos de Jesus e daqueles aos quais estavam sendo chamados a servir.

Minha Oração:
Senhor, Olhando para o chamado dos primeiros servos, reflito sobre o meu próprio chamado, entendendo que o chamado é para servir e amar. Sei que não é fácil um serviço que requer esforço, assim como o pescador ao puxar suas redes, que requer paciência, assim como o pescador a espera do momento certo para a pesca ou para puxar suas redes. Então peço que me dê a capacidade de ter paciência e a capacidade de me esforçar cada dia mais. Em nome de Jesus, amém.
*texto sem revisão ortográfica.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Mc 1.14-15



14 Depois que João foi preso, Jesus foi para a Galiléia, proclamando as boas novas de Deus. 15 "O tempo é chegado", dizia ele. "O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!"

Então, vencido os desafios das tentações às quais Jesus foi imposto, estava ele pronto para iniciar efetivamente começar seu ministério na terra.
Jesus inicia seu ministério com um resumo esplêndido de tudo, para o que ele veio, dizendo: “O tempo é chegado”, “O Reino de Deus está Próximo.”, “Arrependam-se e creiam nas boas novas!”
Eu gostaria de destacar três termos que nos são muito importantes na fé cristã que são: Boas Novas, Arrepender-se e Crer. Será em cima dessas palavras que iremos caminhar em nosso estudo de hoje.
Boas novas, Jesus nos vem e nos anuncia o “evangelion” que significa “evangelho” que significa “boa notícia”, mas não qualquer boa notícia, sim a maior de todas. Era costume na época do império romano os césares, e outros oficiais, fazerem proclamação de grande importância ao povo, a isso, denominava-se de “evangelion” ou seja, toda informação de grande importância e impacto na vida do povo, portanto quando Jesus declara que tem um boa nova ele está iniciando seu ministério dizendo que aquilo que Ele trouxe para o povo foi uma notícia que deveria mudar a vida deles. Alguns significados muito fortes por traz dessa palavra e iremos discorrer a respeito de cada um.
Verdade, uma das Boas Novas é que nEle habitava a verdade, ele era a própria verdade, até aquele momento os homens viam a Deus de forma obscura e tinham meras suposições a respeito de Deus, sendo Jesus o próprio Deus encarnado era então a expressão do Deus vivo revelado a nós, ou seja a verdade de Deus revelada.
Esperança, um segundo aspecto dessas Boas Novas, antes delas não tínhamos esperança como diz a Palavra estávamos mortos em nossos delitos e transgressões, mas Jesus vem com boas novas de salvação para as nossas vidas.
Paz, Robert Burns, um poeta escocês disse de si mesmo, “Minha vida é como as ruínas de um templo. Ó que poder, que força em algumas de suas partes! Que proporção inalterável! Mas que ecos mais feios, que ruínas em outras!” essa inquietação do poeta, muitas das vezes é a inquietação de nossas almas, nos trazendo desconforto e falta de paz. Olhando mais fundo o contexto dá época, onde o homem olhava para Deus como um Deus de mão forte e que castiga, que manda matar nações inteiras, como ter paz? Ai vem Jesus e diz: “minha paz vos dou” e entra na história trazendo paz.
Imortalidade, para o pagão a vida é apenas um caminho para a morte, mas para aqueles que estão em Cristo, é um caminho de salvação de vida eterna e abundante.
Salvação, uma realidade que nos traz a libertação da escravidão do pecado, e viver vitoriosamente, sabendo que o preço foi pago e que sua vida ao lado de Jesus é segura e certa.
Falamos das Boas Novas, falaremos a seguir do que essa produz em nós, o Arrepender-se, muita vezes levianamente olhamos para o arrependimento com certa leviandade, vou explicar: costumamos dizer que confesso meus pecados, por causa do que Jesus fez por mim, tenho acesso ao perdão de Deus, sim isso é verdade, mas, o que a palavra arrependimento em seu original dizia é: uma completa mudança de mente, não é apenas me arrepender de ter cometido o pecado, mas o arrependimento de pensar se quer em comete-lo novamente, somente um pequeno pensamento a respeito de pecado de causar em nós um completo enojamento, e nunca mais voltar a comete-lo.
E por ultimo, porém não menos importante, Crer, entregar a razão da nossa mente nas coisas espirituais as quais não podemos ver, mas confiadamente crer que se Jesus falou, assim o é, que aquilo que Ele testemunhos do único e verdadeiro Deus é a expressão da mais absoluta verdade, crer em um Deus que faria qualquer coisa para te resgatar e efetivamente o fez, entregando seu único filho por mim e por você.

Minha Oração:
Senhor venho pedir, por mim e por meus irmão, que juntos, estudado esse evangelho para que nosso coração e nosso olhos sejam abertos para compreender a grandeza e a profundidade do teu evangelho, que mesmo nós o que já entregamos nossas vidas em suas mãos que possamos nos engajar no cumprimento das implicações que é estar ao teu lado. Cuida do nosso coração, em nome de Jesus, amém.
*texto sem revisão ortográfica.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Marcos 1.12-13


12 Logo após, o Espírito o impeliu para o deserto. 13 Ali esteve quarenta dias, sendo tentado por Satanás. Estava com os animais selvagens, e os anjos o serviam.
De um momento de Glória para um momento de batalha, saímos assim da cena do batismo de Jesus e ele é “impelido pelo Espírito” para o deserto. Dificil imaginar, humanamente falando, que o próprio Espírito Santo o tenha levado para o deserto para ser tentado, sim mas é isso que a Palavra de Deus nos diz, o Espírito Santo levou Jesus ao deserto para um único propósito, ser tentado. Vamos analisar o que é a tentação e o que ela produz, quando a vencemos. A tentação é nada mais nada menos que uma prova que o próprio Espirito Santo nos impõe para que sejamos aprovados, para que saiamos dela fortelecidos e mais preparados. Não nos é possível escapar de termos tentações e para que houvesse uma perfeita identificação de Jesus conosco ele precisava passar por ela, assim, Satanás não poderia dizer que Jesus não era cem por cento homem e que foi poupado de sofrer tentações e por isso nunca pecou, então em perfeita harmonia conosco Jesus enfrenta as mesmas tentações que qualquer um de nós enfrenta e as venceu, uma a uma. O que as tentações produzem? Produzem, perceverança, fortalece nosso carater, nos prepara para as lutas. E foi isso que elas fizeram com Jesus, prepararam-no para aquilo que ele deveria enfrentar até o fim de sua missão, a decisão de enfrentar a cruz se iniciou no deserto, onde Jesus poderia ter falhado e desistido de sua missão, mas promoveram em Jesus a perserverança para ir até a cruz.
Uma coisa curiosa foi descobrir que não necessáriamente tenham sido quarenta dias, que na verdade a expressão quer dizer que foi um tempo longo e importante, a mesma expressão usada quando Moisés subiu na montanha em Êxodo 24.18 e não que não possamos usar nas traduções quarenta dias, mas que não foi um tempo assim contado podendo ter sido maior ou menor, mas que foi um tempo grande e importante, onde um homem teria a portunidade de se desfalecer em seu espírito e desistir, mas Jesus enfrentou até o fim e venceu a cada uma das tentações que lhe foram impostas.
A Palavra “Satanás” em hebraico apenas significa “adversário” muito usada no Antigo Testamento para se referir a adversários humanos e comuns, sendo assim plhando para os originais quando lemos a palavra Satanás não necessáriamente estamos falando do diabo que recebe esse nome já no Novo Testamento provenienete da palavra grega “diábolos” que melhor traduzida seria caluniador. Sendo assim, adversário ou caluniador, Satanás ou Diabo são na verdade palavras que representão o que esse anjo caído é mais do que seu próprio nome, mas quando usamos a expressão “ vamos dar nome aos burros” é exatamente o que fazemos quando o chamamos de Sataná ou Diabo.
Muito interessante é observar que uma das expectativas que haviam a respeito da vinda do messias é que conforme Oséias 2.18 é que haveria perfeita harmonia entre os homens e as feras, sendo assim não podemos afirmar que o fato de lermos que Jesus encontrava-se entre os animais selvagens pode significar duas coisas: Primeiro, um prenuncio do que será um dia, quando Jesus voltar, ou segundo, para dar um toque mais dramático na cena aqui relatada, pois estar entre animais selvagens nos provoca uma sensação de medo e de perigo.
“Os anjos o serviam”. Essa frase nos dá um grande alento ao coração, pois temos a certeza de que seremos servidos por anjos em nossas tribulações, temos a certeza que Deus não nos abandona em meio as nossas dificuldades e fraquezas, mas envia anjos para nos servir. Lembra da sua ultima provação, procura observar, você encontrará algum anjo enviado por Deus para aliviar a sua aflição e lhe dar ânimo.
Minha Oração:
Senhor que possamos enxergar em suas provações a força para vencer as nossas, sabendo que como homem o Senhor as venceu, somos capazes também de vencer as nossas. Sua Palavra diz que não nos sobrevém aflição que não possamos enfrentar, e porque cremos nisso pedimos que sempre nos lembre nos momentos de provação que o Senhor já as venceu por nós, mas que na tua força somos capazes de vender. Em nome de Jesus, amém.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Marcos 1:9-11


Mc 1:9-11
9 Naquela ocasião Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no Jordão. 10 Assim que saiu da água, Jesus viu os céus se abrindo, e o Espírito descendo como pomba sobre ele. 11 Então veio dos céus uma voz: "Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado".

Primeira coisa que tende a intrigar a cabeça de muitos é: Se Jesus é Deus encarnado, se Jesus é imaculado (nunca pecou). Porque ele “tinha” que passar pelo batismo de João? Na verdade não é uma questão de ter que, mas, muito mais para mostrar que havia no coração de Jesus o desejo de se identificar conosco. Precisamos lembrar que mesmo Jesus sendo Deus, ele se despojou disso para viver como homem. E isso quer dizer que ele deixou de ser Deus para ser homem? De maneira alguma, ele se “despiu” de suas prerrogativas divinas para viver como homem, sofrer como homem e passar pelas mesmas limitações humanas que eu e que você e mesmo assim não pecar.
Um segundo ponto muito importante a respeito do batismo de Jesus foi o fato de receber a validação de Deus para o início do seu ministério público. Nesse momento algumas coisas acontecem. Primeiro os céus se abrem, o Espírito desce como uma pomba (que representa, mansidão e suavidade) mostrando já nesse momento que o ministério de Jesus, não teria o tom que era esperado, mas seria uma ministério marcado pela sua mansidão e sua suavidade e também capacitando o Senhor Jesus para sua missão. Em segundo o próprio Deus declara quem era Jesus e diz: “Tu és o meu filho amado, em ti me grado”. Em uma expressão de absoluta aprovação de que era chegado o momento do início de seu ministério.
Outro aspecto muito importante é entendermos que o movimento que acontecia com o ministério de João, seria para Jesus um sinal de que sua hora era chagada, levando Jesus a um momento de grande decisão. Por quê? Como homem Jesus tinha o direito de decidir seguir em frente ou não, ele poderia ter decidido não seguir em seu ministério que o lavaria a morte mais cruel e desumana que se aplicava em sua época, mas por amor Jesus decide seguir em frente.

Minha Oração:
Senhor Jesus, como é bom estudar sua Palavra, como é bom descobrir pequenas nuances que não estão contidas nas páginas escritas, mas sim nas entrelinhas dos acontecimentos, como é maravilhoso tomar contato com aspectos da sua história que na maioria das vezes que lemos a Bíblia não nos são claros, obrigado por que o Senhor capacita até hoje homens para nos ajudar nessa caminhada nos trazendo informações do contexto dá época que nos ajuda a entender e aplicar melhor para as nossas vidas nos dias de hoje. Amém

quarta-feira, 29 de junho de 2011

MARCOS 1.5-8

5 A ele vinha toda a região da Judéia e todo o povo de Jerusalém. Confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão. 6 João vestia roupas feitas de pêlos de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre. 7 E esta era a sua mensagem: "Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias. 8 Eu os batizo com água, mas ele os batizará com o Espírito Santo".

Muito interessante é olharmos como Deus em sua infinita sabedoria prepara todas as coisas. Uma das coisas no Antigo Testamento que validaria a vinda do Messias seria a volta de Elias e se olharmos para a forma que João Batista se trajava, vemos o reflexo de Elias nele, não uma reencarnação, até porque Elias foi assunto aos céus e não morreu, e se não morreu não poderia reencarnar, isso posto, seguimos, assim como Elias, João Batista se vestia de roupas feitas de pêlo de camelo e um cinto de couro, exatamente como Elias.
O que tornava tão forte a mensagem de João era nem tanto o que ele falava, apesar de falar de forma dura, sua vida falava mais do que suas palavras, algumas coisas nele o validavam. Sua forma humilde de se vestir, sua alimentação e o lugar onde morava, isso tudo falava, na verdade gritava sua mensagem. Se formos olhar o deserto onde João morava é talvez um dos lugares mais inóspitos da face da terra, não é um deserto de areias macias se não um verdadeiro inferno na terra, um deserto de solo calcário onde pisar é um verdadeiro martírio por si só, comer mel silvestre (que bem poderia ser com a seiva adocicada de alguma árvore) e algo como gafanhotos ou algum tipo de nós, era realmente a representação de não se ater a nenhum tipo luxo ou conforto. (diferente de muitos de nossos pregadores de hoje, com seus jatinhos particulares).
De baixo de toda essa autoridade ele vem e diz, o batismo que eu realizo apenas retira as impurezas superficiais dos seus corpos, mas depois de mim virá aquele, que é tão maior que eu, que não sou digno de ser seu menor escravo e desatar as correias de suas sujas sandálias de andar por solo árido, empoeirado e sujo, ele sim irá batizá-los com o Espírito Santo que limpará toda a impureza dos vossos corações e almas.
Tudo isso já se sabia, mas como disse Platão “A educação não se consiste em dizer coisas novas, e sim externar da memória coisas já sabidas”.

Minha Oração:
Senhor faz a mim humilde, não somente uma humildade aparente, mas me faz humilde de espírito, que mais do que qualquer coisa, que assim com foi João Batista eu possa falar mais com a minha vida do que com palavras, que o meu testemunho seja mais impactante que minha pregação. Em nome de Jesus a quem eu sirvo, Amém.

terça-feira, 28 de junho de 2011

MARCOS 1.1-4


27/06/2011

1 Princípio do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus. 2 Conforme está escrito no profeta Isaías: "Enviarei à tua frente o meu mensageiro; ele preparará o teu caminho"— 3 "voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele’ ". 4 Assim surgiu João, batizando no deserto e pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados.

Quando olhamos a primeira vista perguntamos a nós mesmos. Porque Marcos inicia contando a história de Jesus a partir de João Batista? Parece-me que o natural seria falar de sua concepção milagrosa ou de seu humilde nascimento em uma manjedoura. Mateus a exemplo fala inicialmente de sua genealogia, Lucas busca falar do nascimento de João Batista, já João vai se apoiar no Gênesis para iniciar o seu evangelho, mostrando que a partir de Jesus todas as coisas vieram e existir e sem ele (o Verbo) nada seria. Na verdade o que Marcos nos traz não é a história a partir de João Batista, mas desde antes da fundação do mundo, pois levando-nos a referência de Isaias, um profeta, mostra que o que se iniciaria a ser contado a partir dali, seria algo que estava na mente de Deus desde a fundação dos tempos.
Deus não brinca com a “sorte” não joga pedras coloridas ao ar para ver o que forma quando cai, não! Pelo contrário Deus tem tudo já planejado desde a fundação do universo, sabe exatamente o que será no futuro, para Ele não existem surpresas. A história é um processo dirigido por Deus onde Ele consegue ver o fim já no começo.
Debaixo dessa compreensão Marcos continua e fazendo uma ligação com Malaquias 3.1 onde é em seu contexto original uma ameaça (em função de estarem, os sacerdotes, naquela ocasião oferendo no Templo animais defeituosos e de segunda qualidade) e ao mesmo tempo prenunciando a chegada daquele que seria o cordeiro definitivo e perfeito, logo a vinda de Cristo é uma purificação da vida.
Uma das maiores histórias do que pode fazer o cristianismo na vida de uma pessoa é a do motim da tripulação do Boutnty. Os amotinados foram desembarcados na ilha Pitcairn. Havia na ilha nove amotinados, seis nativos, dez mulheres nativas e uma moça de quinze anos de idade. Um dos homens conseguiu fabricar uma espécie de álcool, o que resultou na morte de todos, exceto Alexander Smith que encontrou uma Bíblia. Leu-a e propôs junto com os nativos da ilha fundar um Estado, baseado exclusivamente nos ensinos da Bíblia. Passados vinte anos um navio americano chegou a ilha e encontraram uma comunidade completamente cristã. Não havia cárcere, porque não se cometiam crimes. Não havia Hospital, porque ninguém adoecia. Não havia manicômio, pois ninguém ficava louco. Não haviam analfabetos; em nenhum lugar do mundo a vida humana e a propriedade privada eram tão invioláveis e seguras como ali. O cristianismo havia limpado aquela sociedade.
João Batista vem anunciando o “batismo de arrependimento”. O judeu conhecia muito bem a questão do batismo, na verdade o batismo era a forma que o gentio ingressava na fé judaica, primeiro ele era circuncidado, depois oferecia o sacrifício pelo perdão se seus pecados e por último deveria ser batizado por imersão porque como até ali ele não seguia as leis judaicas estaria impuro cerimonialmente e sendo batizado em água corrente o limparia de toda impureza, tornando o assim puro. O que incomodava aos judeus é que João Batista pregava que isso deveria ser feito também pelos judeus, mostrando assim aos judeus que ser povo escolhido de Deus era mais do que uma condição racial e que por isso o judeu estava na mesma condição do gentio.
O batismo era acompanhado pela confissão. E essa confissão deveria ser ante a três pessoas, a primeira a si mesmo, forma de oração confessando os seus pecados, a segunda é a confissão à aquele quem eu ofendi com o meu pecado, e essa nos coloca na condição correta de humilhação para podermos ir a terceira que é diante de Deus, onde a pessoa diz “eu pequei” e Deus tem a oportunidade de dizer “eu te perdoou”.

Minha oração:
Senhor Jesus, que essa caminhada que se inicia seja um momento de, em primeiro lugar, um profundo conhecimento de ti, que aquilo que eu escrever seja reflexo daquilo que primeiro o Senhor fez na minha vida e depois na vida daqueles que tiverem contato com esse material, que seu nome seja conhecido e exaltado, que sua glória seja reconhecida e que a atuação do teu Espírito seja a marca indelével desse trabalho. Isso eu te peço. Amém

Luiz Mauro Pereira Ferreira
Missionário Urbano SP

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ESTUDO DO EVANGELHO SEGUNDO MARCOS

Hoje dia 25/06/2011, dia do meu 17º aniversário de casamento, acordei como de costume e fui ao meu banho matinal, de forma muito especial hoje, minha mente estava conectada ao Senhor Jesus, desde antes de me descobrir e por os pés no chão meus pensamentos estavam voltados ao Senhor. Continuei então com minha rotina matinal, me preparando para sair de casa para o trabalho, pouco antes de sair do quarto e descer minha mulher lembrou-me que hoje estamos comemorando mais um aniversário de casamento, voltei até a cama a beijei lhe dando os parabéns e desejando que Deus nos concedesse mais outros 17 anos juntos, desci, tomei minha habitual caneca de leite com café, peguei minha mala, fui para a garagem entrei no carro e me dirigi ao trabalho, onde continuei com minha rotina sem me dar conta de que Deus buscava de alguma forma me dar um trabalho para fazer.
Logo passado os afazeres normais da minha rotina matinal, me deparei sem ter o que fazer foi quando perguntei a Deus de forma muito pessoal o que ele esperava de mim naquele dia e foi quando me dei conta estava entrando em meu blog e percebendo que a muito eu não escrevia nada, ainda em conversa com Deus lembrei que estamos trabalhando em um grupo o “Evangelho Segundo São Marcos”, pensei como prego nesse domingo vou aproveitar esse tempo para estudar mais um pouco do texto que irei pregar, e foi então que Deus falou, não! - Prepara um estudo do livro de Marcos inteiro unidade a unidade¹! - Então em obediência iniciei.
Meu propósito com o que irá se seguir é estudar e comentar o “Evangelho Segundo São Marcos” e publicá-lo em meu blog, para que primeiro eu e depois outras pessoas possam ter um estudo desse evangelho de forma a caminhar em um aprofundamento do conhecimento do ministério de Jesus com uma visão contemporânea, atual, e em uma linguagem simples, sem se preocupar com erudição, falar ao coração de cada leitor, como Jesus está falando ao meu, durante os estudos que irão se seguir.
Minha oração é que Deus através de seu Santo Espírito venha me capacitar, dar ânimo, persistência para concluir a tarefa, que o que for escrito a partir daqui venha ser de benção na vida daqueles que tomarem contato com esse material, que de forma especial Deus possa usar esse material para que, pessoas venham a compreender os planos de Deus para a salvação de suas vidas e venham a se curvar diante do Rei Jesus, compreendê-lo como Senhor e Salvador de suas vidas e por causa disso, tenham suas vidas transformadas. Que Deus abençoe esse trabalho e todos os que tomarem contato com ele possam de alguma forma ser transformados por sua Palavra.
Amém.
Luiz Mauro Pereira Ferreira
Missionário Urbano SP

¹ Unidade Teológica, são as divisões que foram feitas da Bíblia onde foram inseridos o títulos.

terça-feira, 1 de março de 2011

Ameaça

Desde 23/10/2010 que por um motivo ou outro parei de escrever para o meu blog, muito trabalho, falta de tempo, falta de inspiração, falta de motivação, ou simplesmente porque o Espírito Santo não me deu o que falar. Uma das minhas principais propostas em escrever é a de transmitir algo relevante às pessoas, e como isso não estava fluindo parei, até ontem, recebi um email automático do blog dizendo que alguém havia comentado um texto meu, curiosamente fui e entrei no blog e comecei a “fuçar” descobri que já havia abençoado 540 pessoas em 10 países diferentes (Brasil, EUA, Rússia, Canadá, Portugal, Suíça, Bélgica, Dinamarca, África do Sul e Angola) e que só uma das postagens havia recebido 30 acessos. Se olharmos o que acontece no mundo virtual, perceberemos que essas “conquistas” que me deixaram tão feliz são na verdade insignificantes, são números muito pequenos, mas me mostraram que eu posso fazer diferença na vida alguns, me mostraram que dentro desses 540 que leram os meus escritos alguns podem ter sido transformados por Deus a partir do que eu escrevi, que a pesar de mim Deus pode usar meu “Português ruim” para afetar a vida de alguém, alguns deixaram comentários e externaram sua satisfação e gratidão pelo que leram e alguns palavras de incentivo, outros de gratidão, mas seja qual for à palavra, ela mostra que através desta ferramenta Deus pode realizar coisas e atingir vidas. O meu sentimento é de gratidão a Deus pelo fato de ter Ele me usado, e um incomodo no coração dizendo: Está na hora de voltar!
Agora vem a ameaça, vou voltar a postar em meu blog, por isso podem aguardar!

Deus abençoe a todos!