Romanos 12.10
Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios.
Quando tenho um texto claro como este, sinto certa dificuldade em escrever, pois tenho o receio de parecer óbvio, mas tomei um cuidado especial em buscar no texto original Grego para transmiti-lo com maior fidelidade o sentido do texto, e nos dicionários da língua portuguesa me chamou a atenção que o verbo dedicar tem em um de seus significados a palavra “devotar”. Fazendo uma releitura livre desta primeira parte do versículo diria assim: Dediquem-se de forma aplicada uns aos outros com amor próprio de irmão.
Paulo tem na mente a profundidade da relação entre irmãos para demonstrar como devemos agir uns com os outros, qual a profundidade que devemos amar nossos irmãos em Cristo, ele usa uma figura humana conhecida por todos para romper barreiras entre os irmãos em Cristo e mostrar o que nosso Senhor espera de nós, com qual intensidade e profundidade devemos agir.
Aí vai ainda mais além “Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios.” Ou seja além de eu ter que amar meu irmão em Cristo de forma aplicada e devotada eu devo preferir honrar a ele mais do que a eu mesmo. Isso, o amor é um dom de Deus e é o próprio Deus que nos capacita a amar desta forma. Quando olhamos para o que é pedido no versículo acima com olhos humanos nos sentimos frustrados e fracos, pois não há em nós capacidade humana para amar desta forma, só pela graça e misericórdia de Deus é que somos capacitados a essa forma sublime de amar.
Na verdade, eu estou muito longe de atingir o que está escrito acima, mas tenho buscado aprender de Deus esse amor. Tenho pedido a Ele que me capacite a amar aos meus irmãos de forma aplicada e de maneira devotada, sei que falta muito, mas sei também que não atingirei na minha força ou capacidade, só poderei ter uma imagem opaca disso na minha vida e que na glória com o Senhor entenderei e serei capaz de amar assim, mas insisto e busco pela capacitação do Espírito Santo.
Deus nos abençoe.
terça-feira, 27 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Amor, mas amor de verdade.
Romanos 12.9
O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom.
Uma das coisas que mais buscamos desde nossa tenra idade até a velhice é o amor, mas por causa de nossa natureza pecaminosa, não o buscamos como deveríamos, nosso amor é repleto de interesses e é egocêntrico, pensamos no amor como uma forma de nos satisfazermos e não de satisfazer ao próximo, em última análise não queremos amar e sim ser amados.
No Novo Testamento “King James” publicado no Brasil pela Sociedade Bíblica Ibero-Americana da qual meu Irmão e amigo Oswaldo Paião Junior é seu presidente, trás no lugar de “deve ser sincero” (NVI) traz, “seja sem qualquer fingimento”. Quando olhamos para as duas versões a primeira olhada nos leva a crer que são apenas sinônimos, mas se nos acautelarmos um pouco mais perceberemos sutil diferença. Para que eu pudesse juntar os dois conceitos e fosse o mais fiel aos originais gregos fui pesquisar e cheguei a palavra genuíno, busquei também sinônimos que nos auxiliassem e são esses: verdadeiro; confiável; autentico e fiel...
Odiar o mal e apegar-se ao que é bom é ser verdadeiro, é ser confiável é ser fiel, não podemos amar verdadeiramente se não apresentarmos essas características. Quando elas nos faltam temos um “amor” que é deturpado, falso, infiel e que não se pode confiar ou seja não é amor.
Aqueles, que como eu, já estão na fase madura da vida, devem lembrar-se de umas figurinhas (que nem sempre eram nobres) mas as moças de nossa época gostavam que diziam:
Amar é: ... Li várias dessas figurinhas e em nenhuma eu achei a resposta, mas Deus através de sua palavra nos mostra como devemos amar e Ele o próprio Deus nos capacita a amar, pois o amor é um dom de Deus que é dado a nós para como qualquer um dos outros dons, é nos dado para honra e glória do Senhor e para abençoarmos a vida de nossos irmãos.
Temos vários tipos de amor, mas o amor verdadeiro é o que vem de Deus, que o nosso Pai nos capacite a amarmos uns aos outros como Ele nos amou e ensinou.
Tenha um final de semana abençoado e aproveite para amar muiiiiiito.
O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom.
Uma das coisas que mais buscamos desde nossa tenra idade até a velhice é o amor, mas por causa de nossa natureza pecaminosa, não o buscamos como deveríamos, nosso amor é repleto de interesses e é egocêntrico, pensamos no amor como uma forma de nos satisfazermos e não de satisfazer ao próximo, em última análise não queremos amar e sim ser amados.
No Novo Testamento “King James” publicado no Brasil pela Sociedade Bíblica Ibero-Americana da qual meu Irmão e amigo Oswaldo Paião Junior é seu presidente, trás no lugar de “deve ser sincero” (NVI) traz, “seja sem qualquer fingimento”. Quando olhamos para as duas versões a primeira olhada nos leva a crer que são apenas sinônimos, mas se nos acautelarmos um pouco mais perceberemos sutil diferença. Para que eu pudesse juntar os dois conceitos e fosse o mais fiel aos originais gregos fui pesquisar e cheguei a palavra genuíno, busquei também sinônimos que nos auxiliassem e são esses: verdadeiro; confiável; autentico e fiel...
Odiar o mal e apegar-se ao que é bom é ser verdadeiro, é ser confiável é ser fiel, não podemos amar verdadeiramente se não apresentarmos essas características. Quando elas nos faltam temos um “amor” que é deturpado, falso, infiel e que não se pode confiar ou seja não é amor.
Aqueles, que como eu, já estão na fase madura da vida, devem lembrar-se de umas figurinhas (que nem sempre eram nobres) mas as moças de nossa época gostavam que diziam:
Amar é: ... Li várias dessas figurinhas e em nenhuma eu achei a resposta, mas Deus através de sua palavra nos mostra como devemos amar e Ele o próprio Deus nos capacita a amar, pois o amor é um dom de Deus que é dado a nós para como qualquer um dos outros dons, é nos dado para honra e glória do Senhor e para abençoarmos a vida de nossos irmãos.
Temos vários tipos de amor, mas o amor verdadeiro é o que vem de Deus, que o nosso Pai nos capacite a amarmos uns aos outros como Ele nos amou e ensinou.
Tenha um final de semana abençoado e aproveite para amar muiiiiiito.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Dons Simples e dons perigosos.
Romanos 12.7,8
Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.
Serviço; Ensino; Ânimo; Contribuir; Liderança; Misericórdia; temos aqui uma distinção interessante que naturalmente dividem esses seis dons em dois grupos naturais, os simples e os perigosos, vou explicar:
1. Os simples: serviço; ensino e ânimo, eu não os chamo de simples por serem menos importantes que os outros pelo contrário não existem – no meu entender – dons mais ou menos importantes, mas simples quanto sua explicação ou entendimento, as colocações com relação cada um desses, é simples, sirva; ensine e assim faça, não tem muito que ressaltar é simples.
2. Os perigosos: Tanto são assim que vêem com instrução, que contribua generosamente, que exerça com zelo e faça com alegria, esses dons são melhores que outros? Não, mas são mais perigosos e por isso das instruções existe um grande risco de cometermos sérios erros. E vamos a eles:
a) Contribuir: Como não sou pastor de nenhuma igreja, posso falar em paz, contribuam generosamente, porém sem arrogância e nem para mostrar as pessoas que você o faz, faça com responsabilidade e atente para fazer com descrição e dê conforme o que Deus propôs no seu coração e sem constrangimento.
b) Liderança: Exerça com zelo! Meus amados como isso é difícil, o líder naturalmente tem características que o levam a uma linha divisória muito fina entre o servir a Deus e liderar os homens e um risco muito grande de cair no egocentrismo, por isso o alerta exerça com zelo, cuidado lideres, não permitam que o diabo os engane, o líder que Deus espera de nós é aquele que busca ser servo como Jesus o fez.
c) Misericórdia: Faça com alegria! Imagina você indo visitar um doente e assim exercendo o dom de misericórdia e chegar lá mais triste que o doente, ele poderá ao invés de ser confortado, ficar aflito achando que tem algo de muito grave e ninguém quer lhe contar. Faça com alegria, você é salvo e tem a vida eterna só isso já é motivo de alegria.
Por fim, não importa qual é o seu dom, o que importa é que Deus o capacitou para exercê-lo com excelência e responsabilidade, importa é que o façamos sempre como para Deus e não para homens. Descubra seus dons, coloque-os em prática, glorifique a Deus e abençoes seus irmãos em Cristo.
Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.
Serviço; Ensino; Ânimo; Contribuir; Liderança; Misericórdia; temos aqui uma distinção interessante que naturalmente dividem esses seis dons em dois grupos naturais, os simples e os perigosos, vou explicar:
1. Os simples: serviço; ensino e ânimo, eu não os chamo de simples por serem menos importantes que os outros pelo contrário não existem – no meu entender – dons mais ou menos importantes, mas simples quanto sua explicação ou entendimento, as colocações com relação cada um desses, é simples, sirva; ensine e assim faça, não tem muito que ressaltar é simples.
2. Os perigosos: Tanto são assim que vêem com instrução, que contribua generosamente, que exerça com zelo e faça com alegria, esses dons são melhores que outros? Não, mas são mais perigosos e por isso das instruções existe um grande risco de cometermos sérios erros. E vamos a eles:
a) Contribuir: Como não sou pastor de nenhuma igreja, posso falar em paz, contribuam generosamente, porém sem arrogância e nem para mostrar as pessoas que você o faz, faça com responsabilidade e atente para fazer com descrição e dê conforme o que Deus propôs no seu coração e sem constrangimento.
b) Liderança: Exerça com zelo! Meus amados como isso é difícil, o líder naturalmente tem características que o levam a uma linha divisória muito fina entre o servir a Deus e liderar os homens e um risco muito grande de cair no egocentrismo, por isso o alerta exerça com zelo, cuidado lideres, não permitam que o diabo os engane, o líder que Deus espera de nós é aquele que busca ser servo como Jesus o fez.
c) Misericórdia: Faça com alegria! Imagina você indo visitar um doente e assim exercendo o dom de misericórdia e chegar lá mais triste que o doente, ele poderá ao invés de ser confortado, ficar aflito achando que tem algo de muito grave e ninguém quer lhe contar. Faça com alegria, você é salvo e tem a vida eterna só isso já é motivo de alegria.
Por fim, não importa qual é o seu dom, o que importa é que Deus o capacitou para exercê-lo com excelência e responsabilidade, importa é que o façamos sempre como para Deus e não para homens. Descubra seus dons, coloque-os em prática, glorifique a Deus e abençoes seus irmãos em Cristo.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Fala Profeta!
Romanos 12.6
Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé.
Continuando na seqüência de estudo do deste capítulo de Romanos (depois de uma breve pausa) vou tratar de um tema que vejo como muito polêmico nas nossas igrejas alguns crêem de forma um pouco distinta da minha, o que respeito, porém segue o meu entendimento do texto.
De acordo com a graça que nos foi dada, temos diferentes dons, alguns crêem que se o crente não tiver esse ou aquele dom é porque não foi batizado pelo Espírito Santo, não creio desta forma, creio que quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas no mesmo instante o Espírito Santo passa a habitar em nós e nos capacita com os dons espirituais que o próprio Espírito determina qual ou quais desses dons você terá para o resto de sua vida, porém se manifestando em momentos diferentes de sua vida. Sendo assim, devemos servir a Deus e abençoar nossos irmãos e o nosso próximo, pois os dons nos são dados para honra e glória de Deus.
“Se alguém tem o dom de profetizar,” O dom de profecia é dado àquele que irá proclamar a Palavra de Deus, a Palavra de Deus! Não podemos chamar de profecia qualquer palavra que nos venham apresentar como sendo palavra de Deus, o famoso irmão do “Deus me flou que você tem que...” se eu sou um filho de Deus ele não precisa mandar recado por ninguém, Ele sabe meu endereço, e eu sei onde buscar a confirmação do que ele tem para mim. Na sua Santa Palavra. Profecia é um dom que normalmente não vem sozinho, normalmente vem acompanhado de sabedoria e discernimento, não que essa “configuração” seja obrigatória, mas ela é comum. O profeta de Deus proclama nada mais, nada menos que a Palavra de Deus e não a sua própria, quando a pessoa que proclama a palavra trás a mensagem que vem da Bíblia, Deus é glorificado e os outros (irmãos em Cristo ou não) são abençoados.
O dom de Profecia não foi dado para que levianamente tentemos manipular as pessoas buscando dominá-las ou tirar vantagens sobre elas, e aqueles que assim procedem certamente responderam a Deus pelo engano que causam na vida dos humildes e despreparados, todos devemos fazer como os crentes de Beréia, ouvir o que o profeta tem a dizer e depois escrutinar a Palavra para confirmar na Bíblia se o que foi pregado está correto e se estiver correto, aí eu sigo.
Oro a Deus para que os enganadores sejam desmascarados e que sua obra maligna tenha fim, que Satanás, não entre pela porta de nossas igrejas, disfarçado de pastor ou como preferirem profeta.
“use-o na proporção da sua fé.” Essa é a medida ideal, pois estudando a Palavra, vemos que a própria fé é um dom de Deus então se é de Deus Ele dá a medida, a proporção. Temos que nos colocar nas mãos do senhor para que Ele nos dirija e nos capacite a proclamar o que ele tem para dizer através de nós, e não o contrário.
Fiquem com Deus e uma boa Semana!
Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé.
Continuando na seqüência de estudo do deste capítulo de Romanos (depois de uma breve pausa) vou tratar de um tema que vejo como muito polêmico nas nossas igrejas alguns crêem de forma um pouco distinta da minha, o que respeito, porém segue o meu entendimento do texto.
De acordo com a graça que nos foi dada, temos diferentes dons, alguns crêem que se o crente não tiver esse ou aquele dom é porque não foi batizado pelo Espírito Santo, não creio desta forma, creio que quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas no mesmo instante o Espírito Santo passa a habitar em nós e nos capacita com os dons espirituais que o próprio Espírito determina qual ou quais desses dons você terá para o resto de sua vida, porém se manifestando em momentos diferentes de sua vida. Sendo assim, devemos servir a Deus e abençoar nossos irmãos e o nosso próximo, pois os dons nos são dados para honra e glória de Deus.
“Se alguém tem o dom de profetizar,” O dom de profecia é dado àquele que irá proclamar a Palavra de Deus, a Palavra de Deus! Não podemos chamar de profecia qualquer palavra que nos venham apresentar como sendo palavra de Deus, o famoso irmão do “Deus me flou que você tem que...” se eu sou um filho de Deus ele não precisa mandar recado por ninguém, Ele sabe meu endereço, e eu sei onde buscar a confirmação do que ele tem para mim. Na sua Santa Palavra. Profecia é um dom que normalmente não vem sozinho, normalmente vem acompanhado de sabedoria e discernimento, não que essa “configuração” seja obrigatória, mas ela é comum. O profeta de Deus proclama nada mais, nada menos que a Palavra de Deus e não a sua própria, quando a pessoa que proclama a palavra trás a mensagem que vem da Bíblia, Deus é glorificado e os outros (irmãos em Cristo ou não) são abençoados.
O dom de Profecia não foi dado para que levianamente tentemos manipular as pessoas buscando dominá-las ou tirar vantagens sobre elas, e aqueles que assim procedem certamente responderam a Deus pelo engano que causam na vida dos humildes e despreparados, todos devemos fazer como os crentes de Beréia, ouvir o que o profeta tem a dizer e depois escrutinar a Palavra para confirmar na Bíblia se o que foi pregado está correto e se estiver correto, aí eu sigo.
Oro a Deus para que os enganadores sejam desmascarados e que sua obra maligna tenha fim, que Satanás, não entre pela porta de nossas igrejas, disfarçado de pastor ou como preferirem profeta.
“use-o na proporção da sua fé.” Essa é a medida ideal, pois estudando a Palavra, vemos que a própria fé é um dom de Deus então se é de Deus Ele dá a medida, a proporção. Temos que nos colocar nas mãos do senhor para que Ele nos dirija e nos capacite a proclamar o que ele tem para dizer através de nós, e não o contrário.
Fiquem com Deus e uma boa Semana!
sábado, 17 de julho de 2010
Confessionário?
Tiago 5.15-16
A oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz.
Hoje resolvi mudar um pouco o foco dos editoriais que venho fazendo sobre Romanos 12, recebi um e-mail de uma irmã em cristo e em função dos questionamentos dela resolvi falar sobre o assunto que a afligia.
Se nós protestantes podemos dizer que houve um prejuízo com as teses de Lutero foi e extinção do confessionário, não que ele não estivesse razão em relação ao perdão ou absolvição dos pecados, estava totalmente correto, apenas em Jesus podemos encontrar perdão de pecados através de seu sangue derramado por nós, porém isso fez extinguir das igrejas protestantes o que a igreja Católica tem até os dias de hoje que é o confessionário, apesar de concordar com Lutero que o ouvinte (seja ele um clérigo ou um leigo) da confissão não pode perdoar ou absolver ninguém de seus pecados o que os versículos acima nos mostram é que devemos nos confessar.
“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados.” Confessar e Orar, eu defendo a tese de que todo crente em Cristo Jesus deveria ter um irmão fiel, idôneo e de boa reputação, para que pudesse confessar os pecados e orar juntos (homem com homem, mulher com mulher) e claro que também podem ser pastores e presbíteros e creio teríamos igrejas muito mais saudáveis se fossem essas as nossas práticas.
A minha experiência é essa tenho na verdade duas pessoas assim, a primeira é minha mulher com a qual divido todas as minhas questões, porém ela é mulher e alguns conselhos que eu quero ouvir prefiro ouvi-los de um homem que pensa como eu e entende minhas agruras e dificuldades mais facilmente e ai entra a segunda pessoa que é um querido amigo o Gilberto, ambos acabam me ajudando a restaurar o meu relacionamento com Deus, pois muitas vezes tenho que ouvir de alguém – por mais que eu já saiba – ouvir me ajuda a refletir e reconhecer pecados até então ocultos para mim, quando ouço de um deles “isso é pecado e você tem que acertar isso com Deus” tenho a maravilhosa oportunidade de reconhecer pedir perdão a Deus e continuar sem culpa, pois tenho a convicção de que meus pecados foram crucificados com Cristo e o preço por eles já foi pago e não há mais culpa alguma que possa incomodar meu coração estou livre e curado da culpa, e mesmo quando Satanás resolve me acusar e importunar com pecados já confessados, posso com toda a confiança dizer a ele que os meus pecados estão perdoados e que o fim dele já está decretado e que ele não tem poder sobre minha vida e não pode me acusar de nada pois o meu Jesus já pagou o preço e aniquilou minha fatura, não devo mais nada.
Gostaria de conclamar a cada crente em Cristo Jesus como seu salvador que busque ter alguém para se confessar regularmente e curar suas feridas e orar com você por que “A oração de um justo é poderosa e eficaz.”
Fiquem com Deus tenham um abençoado fim de semana e até o próximo.
A oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz.
Hoje resolvi mudar um pouco o foco dos editoriais que venho fazendo sobre Romanos 12, recebi um e-mail de uma irmã em cristo e em função dos questionamentos dela resolvi falar sobre o assunto que a afligia.
Se nós protestantes podemos dizer que houve um prejuízo com as teses de Lutero foi e extinção do confessionário, não que ele não estivesse razão em relação ao perdão ou absolvição dos pecados, estava totalmente correto, apenas em Jesus podemos encontrar perdão de pecados através de seu sangue derramado por nós, porém isso fez extinguir das igrejas protestantes o que a igreja Católica tem até os dias de hoje que é o confessionário, apesar de concordar com Lutero que o ouvinte (seja ele um clérigo ou um leigo) da confissão não pode perdoar ou absolver ninguém de seus pecados o que os versículos acima nos mostram é que devemos nos confessar.
“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados.” Confessar e Orar, eu defendo a tese de que todo crente em Cristo Jesus deveria ter um irmão fiel, idôneo e de boa reputação, para que pudesse confessar os pecados e orar juntos (homem com homem, mulher com mulher) e claro que também podem ser pastores e presbíteros e creio teríamos igrejas muito mais saudáveis se fossem essas as nossas práticas.
A minha experiência é essa tenho na verdade duas pessoas assim, a primeira é minha mulher com a qual divido todas as minhas questões, porém ela é mulher e alguns conselhos que eu quero ouvir prefiro ouvi-los de um homem que pensa como eu e entende minhas agruras e dificuldades mais facilmente e ai entra a segunda pessoa que é um querido amigo o Gilberto, ambos acabam me ajudando a restaurar o meu relacionamento com Deus, pois muitas vezes tenho que ouvir de alguém – por mais que eu já saiba – ouvir me ajuda a refletir e reconhecer pecados até então ocultos para mim, quando ouço de um deles “isso é pecado e você tem que acertar isso com Deus” tenho a maravilhosa oportunidade de reconhecer pedir perdão a Deus e continuar sem culpa, pois tenho a convicção de que meus pecados foram crucificados com Cristo e o preço por eles já foi pago e não há mais culpa alguma que possa incomodar meu coração estou livre e curado da culpa, e mesmo quando Satanás resolve me acusar e importunar com pecados já confessados, posso com toda a confiança dizer a ele que os meus pecados estão perdoados e que o fim dele já está decretado e que ele não tem poder sobre minha vida e não pode me acusar de nada pois o meu Jesus já pagou o preço e aniquilou minha fatura, não devo mais nada.
Gostaria de conclamar a cada crente em Cristo Jesus como seu salvador que busque ter alguém para se confessar regularmente e curar suas feridas e orar com você por que “A oração de um justo é poderosa e eficaz.”
Fiquem com Deus tenham um abençoado fim de semana e até o próximo.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Você é indispensável!
Romanos 12.4-5
Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros.
Paulo aproveita a complexidade do corpo humano, para explicar a complexidade da igreja. Como é difícil para nós entendermos, que uma igreja não funciona se todas as partes do seu corpo não estiverem sadias e funcionando como devem, muitas vezes pensamos que se o pastor é bom vai tudo bem, pode até ir sim, mas isso não é regra. Eu venho de uma igreja pequena e hoje sou membro de uma bem grande, na igreja pequena víamos que a atuação do pastor era algo em glória, pois muitas vezes sozinho tinha que fazer quase tudo acontecer dentro da igreja e via muita dificuldade nas pessoas – inclusive eu – entender a questão de corpo de Cristo. Fico feliz em ver hoje que essa realidade mudou, tanto na igreja da minha juventude como na de hoje, mas triste em ver que não é a realidade em todas as igrejas.
“Nós, que somos muitos, formamos um corpo.” Como essa verdade tem feito parte em nossas igrejas e mais como essa verdade tem feito parte de nossas vidas. Ouvi essa semana uma história que não sei se é verídica ou não, mas retrata um aspecto importante então vou contá-la.
“Um determinado empregador estava em reunião com seus gerentes e diretores, batendo muito forte e dizendo que “ninguém é insubstituível”, depois de algum tempo ouvindo essa frase no inflamado discurso de seu patrão um dos gerentes o interrompe e pede a palavra, e já emenda dizendo: Não concordo com o que o senhor esta nos afirmando, a genialidade de um ser humano em detrimento de outro prova que alguns são insubstituíveis sim, se olhar para história da humanidade veremos claramente que pessoas como, Beethoven, Albert Einstein, nunca ninguém os substituiu e Beethoven era surdo, Albert Einstein era dislexo... e assim prosseguiu falando.”
Isso nos basta para exemplificar o que quero dizer, mas a história que é bem maior, Deus capacitou a cada um de nós com dons e talentos especiais e nos colocou no contexto em que vivemos para realizarmos para Sua honra e glória coisas que sem nós não aconteceriam, se Deus te colocou em uma determinada igreja, escola, empresa, rua, casa, família... - e essa lista não tem fim – é porque você esta ali para realizar uma obra que se você não fizer outro não irá fazer em seu lugar, porque para Deus você é insubstituível. Lógico que a obra de Deus não para, porque eu ou você resolvemos ser desobedientes a Ele, mas perderemos a oportunidade de fazermos aquilo que Deus nos preparou para fazer.
Há muitos anos ouvi um slogan que dizia “A União faz a força” e é uma verdade se nos unirmos uns aos outros seremos muito mais eficientes e proativos do que se agirmos separados, eu vejo em todo plano de Deus, que ele nos preparou para agirmos como um corpo e ninguém sozinho, irá realizar a obra de Deus e sim sua igreja unida em um só corpo com todas as partes bem ajustadas. Se formos pés que podem ir seremos inúteis sozinhos se não tivermos boca para pregar a Palavra, seja você pé ou boca, saiba que é indispensável à obra de Deus é que espera que você cumpra o seu chamado.
Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros.
Paulo aproveita a complexidade do corpo humano, para explicar a complexidade da igreja. Como é difícil para nós entendermos, que uma igreja não funciona se todas as partes do seu corpo não estiverem sadias e funcionando como devem, muitas vezes pensamos que se o pastor é bom vai tudo bem, pode até ir sim, mas isso não é regra. Eu venho de uma igreja pequena e hoje sou membro de uma bem grande, na igreja pequena víamos que a atuação do pastor era algo em glória, pois muitas vezes sozinho tinha que fazer quase tudo acontecer dentro da igreja e via muita dificuldade nas pessoas – inclusive eu – entender a questão de corpo de Cristo. Fico feliz em ver hoje que essa realidade mudou, tanto na igreja da minha juventude como na de hoje, mas triste em ver que não é a realidade em todas as igrejas.
“Nós, que somos muitos, formamos um corpo.” Como essa verdade tem feito parte em nossas igrejas e mais como essa verdade tem feito parte de nossas vidas. Ouvi essa semana uma história que não sei se é verídica ou não, mas retrata um aspecto importante então vou contá-la.
“Um determinado empregador estava em reunião com seus gerentes e diretores, batendo muito forte e dizendo que “ninguém é insubstituível”, depois de algum tempo ouvindo essa frase no inflamado discurso de seu patrão um dos gerentes o interrompe e pede a palavra, e já emenda dizendo: Não concordo com o que o senhor esta nos afirmando, a genialidade de um ser humano em detrimento de outro prova que alguns são insubstituíveis sim, se olhar para história da humanidade veremos claramente que pessoas como, Beethoven, Albert Einstein, nunca ninguém os substituiu e Beethoven era surdo, Albert Einstein era dislexo... e assim prosseguiu falando.”
Isso nos basta para exemplificar o que quero dizer, mas a história que é bem maior, Deus capacitou a cada um de nós com dons e talentos especiais e nos colocou no contexto em que vivemos para realizarmos para Sua honra e glória coisas que sem nós não aconteceriam, se Deus te colocou em uma determinada igreja, escola, empresa, rua, casa, família... - e essa lista não tem fim – é porque você esta ali para realizar uma obra que se você não fizer outro não irá fazer em seu lugar, porque para Deus você é insubstituível. Lógico que a obra de Deus não para, porque eu ou você resolvemos ser desobedientes a Ele, mas perderemos a oportunidade de fazermos aquilo que Deus nos preparou para fazer.
Há muitos anos ouvi um slogan que dizia “A União faz a força” e é uma verdade se nos unirmos uns aos outros seremos muito mais eficientes e proativos do que se agirmos separados, eu vejo em todo plano de Deus, que ele nos preparou para agirmos como um corpo e ninguém sozinho, irá realizar a obra de Deus e sim sua igreja unida em um só corpo com todas as partes bem ajustadas. Se formos pés que podem ir seremos inúteis sozinhos se não tivermos boca para pregar a Palavra, seja você pé ou boca, saiba que é indispensável à obra de Deus é que espera que você cumpra o seu chamado.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Eu sou o cara!
Romanos 12.3
Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.
Acostumamos-nos em nossa geração a ouvir a frase “Eu sou o cara”, todos querem superar uns aos outros, no trabalho, na escola, na família, na igreja e a lista poderia continuar com todas as situações de nossas vidas que teríamos perfeito encaixe com a frase, na verdade em um mundo competitivo como o nosso, todos buscam ser o primeiro em tudo, mas o versículo acima nos ensina uma lição que vai totalmente contra essa teoria, mas não estou dizendo com isso que devemos ser medíocres, não mesmo, afinal a Bíblia diz que devemos buscar fazer as coisas como para Deus e com excelência.
Paulo fala que ninguém deve ter de si próprio um conceito mais elevado do que deve ter, mas pede que tenhamos um conceito equilibrado. Na minha experiência pessoal pude sempre me colocar de uma forma que considero coerente, costumo dizer as pessoas, que sou bom em determinadas áreas e em algumas me julgo muito bom mesmo, acima da média, porém não me engano tenho convicção que em algumas áreas sou o pior dos piores, sempre digo, não me peça para cuidar de crianças, pois isso seria um desastre para as crianças, se eu posso dizer que conheço alguém que não deve cuidar de crianças esse alguém sou eu. Isso para mim é ter um conceito equilibrado, saber e reconhecer tanto no que sou bom, como aquilo que não sou bom, mas creio que o conceito aqui posto vai além, Paulo fala que além de termos um conceito equilibrado de nós mesmos, esse conceito deve ser de acordo com a medida da fé que o próprio Deus nos concedeu, trocando em miúdos, até o que achamos que somos bons de verdade não é por nossa causa e sim por causa dos dons e da fé que nos é inculcada pelo próprio Deus. Como ter um conceito elevado por algo que não é meu e sim me foi dado?
Cabe a eu entender que os dons e talentos que tenho, não são mérito meu, então porque achar que “sou o cara”, na verdade só tem um “cara” é Jesus, ele é, foi e será sempre o cara, todas as coisas são pra Ele e por Ele foram feitas, tolice confiar em “minha” capacidade.
Regozijemo-nos pelas misericórdias que Deus derrama a cada dia em nossas vidas e busquemos uma humildade verdadeira, pois como eu, mesmo sabendo que sou muito bom em algumas áreas, só o sou pela graça e misericórdia do Senhor.
Que Deus nos abençoe, e nos ensine a viver conforme o seu querer para as nossas vidas. Amém?
Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.
Acostumamos-nos em nossa geração a ouvir a frase “Eu sou o cara”, todos querem superar uns aos outros, no trabalho, na escola, na família, na igreja e a lista poderia continuar com todas as situações de nossas vidas que teríamos perfeito encaixe com a frase, na verdade em um mundo competitivo como o nosso, todos buscam ser o primeiro em tudo, mas o versículo acima nos ensina uma lição que vai totalmente contra essa teoria, mas não estou dizendo com isso que devemos ser medíocres, não mesmo, afinal a Bíblia diz que devemos buscar fazer as coisas como para Deus e com excelência.
Paulo fala que ninguém deve ter de si próprio um conceito mais elevado do que deve ter, mas pede que tenhamos um conceito equilibrado. Na minha experiência pessoal pude sempre me colocar de uma forma que considero coerente, costumo dizer as pessoas, que sou bom em determinadas áreas e em algumas me julgo muito bom mesmo, acima da média, porém não me engano tenho convicção que em algumas áreas sou o pior dos piores, sempre digo, não me peça para cuidar de crianças, pois isso seria um desastre para as crianças, se eu posso dizer que conheço alguém que não deve cuidar de crianças esse alguém sou eu. Isso para mim é ter um conceito equilibrado, saber e reconhecer tanto no que sou bom, como aquilo que não sou bom, mas creio que o conceito aqui posto vai além, Paulo fala que além de termos um conceito equilibrado de nós mesmos, esse conceito deve ser de acordo com a medida da fé que o próprio Deus nos concedeu, trocando em miúdos, até o que achamos que somos bons de verdade não é por nossa causa e sim por causa dos dons e da fé que nos é inculcada pelo próprio Deus. Como ter um conceito elevado por algo que não é meu e sim me foi dado?
Cabe a eu entender que os dons e talentos que tenho, não são mérito meu, então porque achar que “sou o cara”, na verdade só tem um “cara” é Jesus, ele é, foi e será sempre o cara, todas as coisas são pra Ele e por Ele foram feitas, tolice confiar em “minha” capacidade.
Regozijemo-nos pelas misericórdias que Deus derrama a cada dia em nossas vidas e busquemos uma humildade verdadeira, pois como eu, mesmo sabendo que sou muito bom em algumas áreas, só o sou pela graça e misericórdia do Senhor.
Que Deus nos abençoe, e nos ensine a viver conforme o seu querer para as nossas vidas. Amém?
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Algumas regras para conhecer a vontade de Deus.
Romanos 12.2
Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Vejo três coisas muito importantes para nós nesse versículo, seguindo a linha de ensinar aplicações práticas que Paulo iniciou no versículo anterior.
A principal finalidade aqui é que experimentemos e comprovemos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Experimentar nos dá a conotação de testar ou verificar e depois disso comprovar, ter a certeza de que é a boa, agradável e perfeita a vontade de Deus. Sempre nos perguntamos: Qual é a vontade de Deus para minha vida? O que Deus espera de mim? Ou qualquer outra pergunta que você possa fazer a Deus, mas temos aqui uma fórmula preciosa de como fazer e não entendemos ou não a percebemos.
Primeiro passo é: “Não se amoldem ao padrão deste mundo”. Essa regra deveria ser nossa busca constante, mas o que vejo é acontecer o contrário cada dia mais buscamos na intenção de sermos “contextualizados”, – e nada de errado com isso – uma forma de parecer mais e mais com o mudo, e com isso, deixamos de ver Deus agindo, e pior, começamos a sofrer as conseqüências de nossas escolhas que nem sempre são divinas. O que Deus espera é que façamos as escolhas corretas, como a de sermos sal e luz e não de sermos iguais. Cristianismo antes era sinônimo de um grupo de pessoas que se vestiam de forma diferente da “moda” e nem davam muito valor a ela, e de pessoas que tinham um comportamento diferenciado dos demais e as frases eram assim: Crente não pode isso, não pode aquilo, claro que sabemos que essa não é a verdade, podemos tudo, mas nem tudo nos convém, mas será que é esse o conceito que estamos passando? Ou o de que somos iguais e “vivemos e podemos as mesmas coisas”?
Em segundo lugar, devemos transformar-nos pela renovação de nossa mente, a palavra renovação quer dizer algo mais ou menos assim: (uma sucessão de eventos que conduziu a uma profunda mudança). Como podemos promover tal renovação? Amoldando-nos ao padrão de Jesus, buscando em Seu modo de vida e no Seu exemplo a maneira correta de vivermos, e fazemos isso estudando as Escrituras Sagradas e aprendendo o que Ele tem para nos ensinar e na comunhão com os irmãos onde podemos em amor cuidarmos uns dos outros, sendo transformados e transformando pessoas a nossa volta. Desta forma experimentaremos verdadeiramente conhecer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossas vidas.
1. Devemos viver uma vida que mostre ao mundo quem somos, qual o verdadeiro propósito de nossas vidas.
2. Promover uma série de eventos que nos conduza a uma profunda mudança, buscando na Palavra de Deus os caminhos para isso
3. Gozarmos da boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
“Abre senhor nosso coração para entendermos sua palavra, dá nos uma porção dobrada de sabedoria, para entendermos o que o Senhor quer da nossa geração, e que possamos fazer verdadeira diferença nesse tempo que nos deu, e que a próxima geração possa declarar em alta voz que Jesus Cristo é Senhor de suas vidas. Ao senhor declaramos toda honra e toda glória seja dada a ti. Amém.”
Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Vejo três coisas muito importantes para nós nesse versículo, seguindo a linha de ensinar aplicações práticas que Paulo iniciou no versículo anterior.
A principal finalidade aqui é que experimentemos e comprovemos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Experimentar nos dá a conotação de testar ou verificar e depois disso comprovar, ter a certeza de que é a boa, agradável e perfeita a vontade de Deus. Sempre nos perguntamos: Qual é a vontade de Deus para minha vida? O que Deus espera de mim? Ou qualquer outra pergunta que você possa fazer a Deus, mas temos aqui uma fórmula preciosa de como fazer e não entendemos ou não a percebemos.
Primeiro passo é: “Não se amoldem ao padrão deste mundo”. Essa regra deveria ser nossa busca constante, mas o que vejo é acontecer o contrário cada dia mais buscamos na intenção de sermos “contextualizados”, – e nada de errado com isso – uma forma de parecer mais e mais com o mudo, e com isso, deixamos de ver Deus agindo, e pior, começamos a sofrer as conseqüências de nossas escolhas que nem sempre são divinas. O que Deus espera é que façamos as escolhas corretas, como a de sermos sal e luz e não de sermos iguais. Cristianismo antes era sinônimo de um grupo de pessoas que se vestiam de forma diferente da “moda” e nem davam muito valor a ela, e de pessoas que tinham um comportamento diferenciado dos demais e as frases eram assim: Crente não pode isso, não pode aquilo, claro que sabemos que essa não é a verdade, podemos tudo, mas nem tudo nos convém, mas será que é esse o conceito que estamos passando? Ou o de que somos iguais e “vivemos e podemos as mesmas coisas”?
Em segundo lugar, devemos transformar-nos pela renovação de nossa mente, a palavra renovação quer dizer algo mais ou menos assim: (uma sucessão de eventos que conduziu a uma profunda mudança). Como podemos promover tal renovação? Amoldando-nos ao padrão de Jesus, buscando em Seu modo de vida e no Seu exemplo a maneira correta de vivermos, e fazemos isso estudando as Escrituras Sagradas e aprendendo o que Ele tem para nos ensinar e na comunhão com os irmãos onde podemos em amor cuidarmos uns dos outros, sendo transformados e transformando pessoas a nossa volta. Desta forma experimentaremos verdadeiramente conhecer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossas vidas.
1. Devemos viver uma vida que mostre ao mundo quem somos, qual o verdadeiro propósito de nossas vidas.
2. Promover uma série de eventos que nos conduza a uma profunda mudança, buscando na Palavra de Deus os caminhos para isso
3. Gozarmos da boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
“Abre senhor nosso coração para entendermos sua palavra, dá nos uma porção dobrada de sabedoria, para entendermos o que o Senhor quer da nossa geração, e que possamos fazer verdadeira diferença nesse tempo que nos deu, e que a próxima geração possa declarar em alta voz que Jesus Cristo é Senhor de suas vidas. Ao senhor declaramos toda honra e toda glória seja dada a ti. Amém.”
sábado, 10 de julho de 2010
Culto Racional
Romanos 12.1
Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.
A partir deste ponto em diante Paulo começa apresentar muitas aplicações práticas à teologia que ele apresentou até o final do capítulo 11. Pensando por esse prisma, gostaria de olhar para o versículo acima segundo a ótica dessas aplicações práticas.
Sempre nutri um sentimento de que, culto é algo que prestamos a Deus e não um evento semanal que consta de nossas agendas como qualquer outro compromisso, percebe-se em nossa geração que muitos vão à igreja e aos cultos como um ritual para garantir uma semana boa quase como um amuleto, mas definitivamente não é essa a instrução que Paulo nos trás.
“Que se ofereçam em sacrifício vivo” então no culto sou oferta e sou sacrifico, sim, eu não vou ao culto, eu presto culto. Quando eu vou ao culto tenho a sensação de que vou assistir e não participar e muito menos oferecer algo. Muitos de nós colocamos nossas ofertas nas salvas como se isso fosse nosso “sacrifício”, mas na verdade estamos somente nos enganando, pois o que Deus quer não é nosso dinheiro, e sim nosso viver, nosso coração. E esse coração não é aquele que nos referimos quando estamos apaixonados, mas me refiro a nossa razão, não que não possamos ter emoções, podemos sim, mas nosso culto tem que ser racional e não emocional, podemos nos emocionar quando racionalmente prestamos nosso culto a Deus, mas a emoção não é o que nos motiva e sim a razão, a consciência de estarmos entregues ao nosso Deus em adoração verdadeira.
Não quero ser crítico de ninguém, mas quero fazer pensar. Porque saímos de nossas casas em pleno domingo com tantas opções de lazer que temos? Vou falar um pouco da realidade da minha igreja, sou membro de uma igreja relativamente grande, freqüentam nossos cultos de domingo aproximadamente 4.500 pessoas e me pergunto quantos estão ali fazendo o que Paulo ensina, não sei responder, espero que se não todos que seja a maioria, mas e no dia seguinte, há o dia seguinte... Normalmente no dia seguinte se tem a sensação de ter cumprido minha “obrigação” com Deus e daqui até o próximo culto de domingo é outra história. Não, definitivamente não, nosso culto racional deve ser todos os dias e o dia todo, afinal nós somos o verdadeiro templo do Senhor, lugar de habitação do Espírito Santo, sendo assim nosso culto tem um começo que no ato de nossa conversão, mas não tem fim, pois durante a eternidade estaremos prestando culto a Deus e a eternidade não é depois de nossa morte física ela é desde já, estamos vivendo parte da eternidade.
Fiquem com Deus tenham uma semana abenço
Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.
A partir deste ponto em diante Paulo começa apresentar muitas aplicações práticas à teologia que ele apresentou até o final do capítulo 11. Pensando por esse prisma, gostaria de olhar para o versículo acima segundo a ótica dessas aplicações práticas.
Sempre nutri um sentimento de que, culto é algo que prestamos a Deus e não um evento semanal que consta de nossas agendas como qualquer outro compromisso, percebe-se em nossa geração que muitos vão à igreja e aos cultos como um ritual para garantir uma semana boa quase como um amuleto, mas definitivamente não é essa a instrução que Paulo nos trás.
“Que se ofereçam em sacrifício vivo” então no culto sou oferta e sou sacrifico, sim, eu não vou ao culto, eu presto culto. Quando eu vou ao culto tenho a sensação de que vou assistir e não participar e muito menos oferecer algo. Muitos de nós colocamos nossas ofertas nas salvas como se isso fosse nosso “sacrifício”, mas na verdade estamos somente nos enganando, pois o que Deus quer não é nosso dinheiro, e sim nosso viver, nosso coração. E esse coração não é aquele que nos referimos quando estamos apaixonados, mas me refiro a nossa razão, não que não possamos ter emoções, podemos sim, mas nosso culto tem que ser racional e não emocional, podemos nos emocionar quando racionalmente prestamos nosso culto a Deus, mas a emoção não é o que nos motiva e sim a razão, a consciência de estarmos entregues ao nosso Deus em adoração verdadeira.
Não quero ser crítico de ninguém, mas quero fazer pensar. Porque saímos de nossas casas em pleno domingo com tantas opções de lazer que temos? Vou falar um pouco da realidade da minha igreja, sou membro de uma igreja relativamente grande, freqüentam nossos cultos de domingo aproximadamente 4.500 pessoas e me pergunto quantos estão ali fazendo o que Paulo ensina, não sei responder, espero que se não todos que seja a maioria, mas e no dia seguinte, há o dia seguinte... Normalmente no dia seguinte se tem a sensação de ter cumprido minha “obrigação” com Deus e daqui até o próximo culto de domingo é outra história. Não, definitivamente não, nosso culto racional deve ser todos os dias e o dia todo, afinal nós somos o verdadeiro templo do Senhor, lugar de habitação do Espírito Santo, sendo assim nosso culto tem um começo que no ato de nossa conversão, mas não tem fim, pois durante a eternidade estaremos prestando culto a Deus e a eternidade não é depois de nossa morte física ela é desde já, estamos vivendo parte da eternidade.
Fiquem com Deus tenham uma semana abenço
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Para que tenho dons?
Existe um consenso de que alguns dons espirituais e as funções universais do crente têm uma similaridade que confunde. Olhando para uma relação de dons espirituais, vemos com algumas exceções coisas que julgamos como obrigação de todo o crente, sim de certa forma é verdade, por exemplo: o dom da oração, é um dom, mas é também uma função universal do crente, pois todo crente deve e tem que orar para se relacionar com seu Pai celeste, mas isso não quer dizer que alguns o fazem com maior facilidade que outros e mais ainda por um tempo muito maior, confesso, para eu, orar é uma dificuldade, mas por outro lado conheço pessoas como minha mulher que pode orar por um único assunto por dezenas de anos e certa de que Deus está enviando a resposta, isso é dom e o que eu faço é mera função universal, ambos oramos, porém de forma diferente, assim acontece com quase todos os dons.
Eu não quero me prender nas funções universais, mas nos dons, quando Deus através do Espírito Santo capacita alguém a alguma coisa é porque Ele quer que essa pessoa exerça seu dom onde está e como está. (Gostaria de deixar claro que no meu entendimento da Bíblia todos os crentes em Cristo Jesus recebem no ato de sua conversão o Espírito Santo que nesse mesmo momento capacita o indivíduo com dons espirituais que o acompanharão para o resto de sua vida e que alguns se manifestam antes e outros depois)
Vamos às perguntas que ficam em minha mente.
1. Porque Deus me colocou onde Ele me colocou?
2. Porque me capacitou com essa configuração de dons?
3. O que Ele espera que eu faça com isso?
Vamos às respostas, mais prováveis.
1. Se Deus me colocou onde estou é porque Ele espera que eu faça algo para o Reino de Deus naquele lugar.
2. Se me deu determinados dons é porque Ele entende que é o que é necessário para mim e para o lugar onde estou inserido.
3. Que eu use os meus dons e sirva o Seu Reino.
Na verdade hoje eu gostaria de convidar você a buscar saber quais são os seus dons, e colocá-los em prática a serviço do Reino, nós fomos criados - em ultima análise - para amarmos a Deus acima de todas as coisas ao nosso próximo como a nós mesmos, se lermos atentamente os dez mandamentos perceberemos que Deus os dividiu em duas partes os primeiros quatro cuidam da nossa relação com Deus e outros seis das relações com meu próximo, sendo assim os dons me foram dados não para eu me vangloriar de ter esse ou aquele, mas para servir a Deus e abençoar o meu próximo.
Se você quiser saber seus dons e não sabe por onde começar, me procure, terei o maior prazer em ajudá-lo. E que Deus o abençoe.
Eu não quero me prender nas funções universais, mas nos dons, quando Deus através do Espírito Santo capacita alguém a alguma coisa é porque Ele quer que essa pessoa exerça seu dom onde está e como está. (Gostaria de deixar claro que no meu entendimento da Bíblia todos os crentes em Cristo Jesus recebem no ato de sua conversão o Espírito Santo que nesse mesmo momento capacita o indivíduo com dons espirituais que o acompanharão para o resto de sua vida e que alguns se manifestam antes e outros depois)
Vamos às perguntas que ficam em minha mente.
1. Porque Deus me colocou onde Ele me colocou?
2. Porque me capacitou com essa configuração de dons?
3. O que Ele espera que eu faça com isso?
Vamos às respostas, mais prováveis.
1. Se Deus me colocou onde estou é porque Ele espera que eu faça algo para o Reino de Deus naquele lugar.
2. Se me deu determinados dons é porque Ele entende que é o que é necessário para mim e para o lugar onde estou inserido.
3. Que eu use os meus dons e sirva o Seu Reino.
Na verdade hoje eu gostaria de convidar você a buscar saber quais são os seus dons, e colocá-los em prática a serviço do Reino, nós fomos criados - em ultima análise - para amarmos a Deus acima de todas as coisas ao nosso próximo como a nós mesmos, se lermos atentamente os dez mandamentos perceberemos que Deus os dividiu em duas partes os primeiros quatro cuidam da nossa relação com Deus e outros seis das relações com meu próximo, sendo assim os dons me foram dados não para eu me vangloriar de ter esse ou aquele, mas para servir a Deus e abençoar o meu próximo.
Se você quiser saber seus dons e não sabe por onde começar, me procure, terei o maior prazer em ajudá-lo. E que Deus o abençoe.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Eu quero voltar ao primeiro amor!
Apocalipse 2.4 e 5 (a)
Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor. Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio.
Não estou muito preocupado com o estudo escatológico do livro de Apocalipse, mas hoje lendo esses versículos Deus me falou ao coração e comecei a refletir se nós como Igreja de Cristo não estaríamos vivendo essa situação que a carta á igreja de Éfeso esta relatando. Será que não abandonamos o nosso primeiro amor? Será que para sermos contemporâneos não passamos a ser mundanos? Será que as coisas deste mundo não estão permeando de forma perigosa nossos valores?
Estando eu perambulando por aí, observo que hoje temos cada dia mais que oferecer aos nossos freqüentadores de igrejas um culto mais bem elaborado, com ações de multimídia cada vez mais marketizadas e com apresentações que superam a expectativa do nosso público, não que eu não seja a favor de oferecer a Deus o melhor, pelo contrário, sou dos que acreditam que devemos fazer as coisas para Deus com excelência, nada menos que o melhor, mas qual é o critério para o melhor? O meu ou o de Deus? E a igrejinha do subúrbio ou da comunidade de baixa renda que não tem a condição de investir em equipamentos e mesas de som, data show, etc. Ela estaria fora dessa crítica?
Tenho o receio de ser duro além da conta, mas definitivamente não estou me referindo à forma, mas ao conteúdo do nosso coração fazer com excelência dentro do que temos de recursos não tem nenhum pecado nisso pelo contrário, o que não podemos é fazer pela plástica da apresentação, mas por o que essa plástica poderá causar de transformação nas vidas que serão impactadas com a mensagem.
“Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se” isso é o que creio que somos chamados a refletir, se caírmos, devemos nos arrepender e voltar a ser a verdadeira Igreja de Cristo na terra, lugar onde o culto é um ato de adoração a Deus e comunhão verdadeira entre irmãos e não de exibição de “talentos da juventude” onde o Cristo Ressurreto é pregado e vivido no dia-a-dia dos crentes, acho que não precisamos de um avivamento, mas apenas viver a Boa Nova do Evangelho e pregar Cristo crucificado e ressurreto e praticar as boas obras que praticava no princípio.
Tem um cântico de uma cantora que não me recordo o nome, mas diz mais ou menos assim “Quero voltar ao início de tudo, encontrar-me contigo Senhor, quero rever meus conceitos, amores eu quero reconstruir, vou regressar ao cominho, vou ver as primeiras obras Senhor, eu me arrependo Senhor, me arrependo Senhor, me arrependo Senhor. Eu quero voltar ao primeiro amor, ao primeiro amor, eu quero voltar a Deus...” é difícil ouvi-lo sem derramar lágrimas e sem torná-lo minha oração.
Que Deus nos torne cada dia mais sensíveis de coração para voltarmos todos os dias ao início de nossa conversão e vivermos o primeiro amor sempre e todos os dias.
Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor. Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio.
Não estou muito preocupado com o estudo escatológico do livro de Apocalipse, mas hoje lendo esses versículos Deus me falou ao coração e comecei a refletir se nós como Igreja de Cristo não estaríamos vivendo essa situação que a carta á igreja de Éfeso esta relatando. Será que não abandonamos o nosso primeiro amor? Será que para sermos contemporâneos não passamos a ser mundanos? Será que as coisas deste mundo não estão permeando de forma perigosa nossos valores?
Estando eu perambulando por aí, observo que hoje temos cada dia mais que oferecer aos nossos freqüentadores de igrejas um culto mais bem elaborado, com ações de multimídia cada vez mais marketizadas e com apresentações que superam a expectativa do nosso público, não que eu não seja a favor de oferecer a Deus o melhor, pelo contrário, sou dos que acreditam que devemos fazer as coisas para Deus com excelência, nada menos que o melhor, mas qual é o critério para o melhor? O meu ou o de Deus? E a igrejinha do subúrbio ou da comunidade de baixa renda que não tem a condição de investir em equipamentos e mesas de som, data show, etc. Ela estaria fora dessa crítica?
Tenho o receio de ser duro além da conta, mas definitivamente não estou me referindo à forma, mas ao conteúdo do nosso coração fazer com excelência dentro do que temos de recursos não tem nenhum pecado nisso pelo contrário, o que não podemos é fazer pela plástica da apresentação, mas por o que essa plástica poderá causar de transformação nas vidas que serão impactadas com a mensagem.
“Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se” isso é o que creio que somos chamados a refletir, se caírmos, devemos nos arrepender e voltar a ser a verdadeira Igreja de Cristo na terra, lugar onde o culto é um ato de adoração a Deus e comunhão verdadeira entre irmãos e não de exibição de “talentos da juventude” onde o Cristo Ressurreto é pregado e vivido no dia-a-dia dos crentes, acho que não precisamos de um avivamento, mas apenas viver a Boa Nova do Evangelho e pregar Cristo crucificado e ressurreto e praticar as boas obras que praticava no princípio.
Tem um cântico de uma cantora que não me recordo o nome, mas diz mais ou menos assim “Quero voltar ao início de tudo, encontrar-me contigo Senhor, quero rever meus conceitos, amores eu quero reconstruir, vou regressar ao cominho, vou ver as primeiras obras Senhor, eu me arrependo Senhor, me arrependo Senhor, me arrependo Senhor. Eu quero voltar ao primeiro amor, ao primeiro amor, eu quero voltar a Deus...” é difícil ouvi-lo sem derramar lágrimas e sem torná-lo minha oração.
Que Deus nos torne cada dia mais sensíveis de coração para voltarmos todos os dias ao início de nossa conversão e vivermos o primeiro amor sempre e todos os dias.
Assinar:
Comentários (Atom)