Como todos os dias, e hoje não foi diferente, no meu trajeto de casa para o trabalho venho ouvindo a CBN, até aí nada de mais provavelmente assim como eu você possa fazer o mesmo, mas hoje algo me chamou a atenção.
A repórter Fabiana Novello, falava a respeito da entrevista coletiva prestada pelo ciclista “David Santos Souza” que teve seu braço amputado em um acidente na Avenida Paulista, e durante sua explanação algumas coisas me chamará atenção, vamos a elas:
1) David espera que o rapaz que o atropelou seja punido.
2) Advogado de David disse que pedirá indenização.
3) David disse que perdoa o rapaz, mas quer justiça.
Todas as frases são perfeitamente compreensíveis, justas e esperadas de alguém que como David viveu, vivi e continuará vivendo os reflexos do problema que o acometeu, quero externar que minhas palavras a seguir não são em nenhum momento uma crítica a ele, pelo contrário, sou solidário com sua dor e ora a Deus que o abençoe imensamente, mas quero aproveitar suas falas, ou pelo menos falas que lhe foram imputadas pela repórter, para a luz da Palavra de Deus fazer um paradoxo e um exercício de reflexão sobre o tema proposto acima.
Perdão Intelectual: Eu perdoo alguém, mas espero que o mesmo seja punido pelo mal que me causou e que de alguma forma me resarça os danos que me foram causados.
Perdão Real: Eu perdoo.
O perdão que Jesus nos oferece é o que estou chamando de “Perdão Real” e a melhor forma que encontro para explicá-lo é dizendo: “Seu escrito de dívida está pago, você não me deve mais nada.” Isso é verdadeiramente perdão. O que Jesus fez foi assumir o meu lugar, dar sua vida para pagar uma dívida que não era dele, e sim minha, ele escolheu fazer isso em meu lugar e nunca me cobrar e nem exigir justiça pelo que ele sofreu por minha causa.
Oro pela vida desse rapaz que atropelou o David, assim como oro pela vida do Divid, oro para que esse caso sirva de exemplo para muitos e que jovens não percam suas vidas, ou, sejam mutilados pela inconsequência da bebida e das baladas, oro para que Deus proteja nossos filhos(as) de viverem uma situação como essa em qualquer um dos lados desse triste episódio e por fim oro para que possamos aprender a perdoar e amar assim como Cristo amou.
Deus abençoe a todos.
MISSIONÁRIO URBANO SP
quarta-feira, 27 de março de 2013
Perdão Intelectual X Perdão Real
Como todos os dias, e hoje não foi diferente, no meu trajeto de casa para o trabalho venho ouvindo a CBN, até aí nada de mais provavelmente assim como eu você possa fazer o mesmo, mas hoje algo me chamou a atenção.
A repórter Fabiana Novello, falava a respeito da entrevista coletiva prestada pelo ciclista “David Santos Souza” que teve seu braço amputado em um acidente na Avenida Paulista, e durante sua explanação algumas coisas me chamará atenção, vamos a elas:
1) David espera que o rapaz que o atropelou seja punido.
2) Advogado de David disse que pedirá indenização.
3) David disse que perdoa o rapaz, mas quer justiça.
Todas as frases são perfeitamente compreensíveis, justas e esperadas de alguém que como David viveu, vivi e continuará vivendo os reflexos do problema que o acometeu, quero externar que minhas palavras a seguir não são em nenhum momento uma crítica a ele, pelo contrário, sou solidário com sua dor e ora a Deus que o abençoe imensamente, mas quero aproveitar suas falas, ou pelo menos falas que lhe foram imputadas pela repórter, para a luz da Palavra de Deus fazer um paradoxo e um exercício de reflexão sobre o tema proposto acima.
Perdão Intelectual: Eu perdoo alguém, mas espero que o mesmo seja punido pelo mal que me causou e que de alguma forma me resarça os danos que me foram causados.
Perdão Real: Eu perdoo.
O perdão que Jesus nos oferece é o que estou chamando de “Perdão Real” e a melhor forma que encontro para explicá-lo é dizendo: “Seu escrito de dívida está pago, você não me deve mais nada.” Isso é verdadeiramente perdão. O que Jesus fez foi assumir o meu lugar, dar sua vida para pagar uma dívida que não era dele, e sim minha, ele escolheu fazer isso em meu lugar e nunca me cobrar e nem exigir justiça pelo que ele sofreu por minha causa.
Oro pela vida desse rapaz que atropelou o David, assim como oro pela vida do Divid, oro para que esse caso sirva de exemplo para muitos e que jovens não percam suas vidas, ou, sejam mutilados pela inconsequência da bebida e das baladas, oro para que Deus proteja nossos filhos(as) de viverem uma situação como essa em qualquer um dos lados desse triste episódio e por fim oro para que possamos aprender a perdoar e amar assim como Cristo amou.
Deus abençoe a todos.
Como todos os dias, e hoje não foi diferente, no meu trajeto de casa para o trabalho venho ouvindo a CBN, até aí nada de mais provavelmente assim como eu você possa fazer o mesmo, mas hoje algo me chamou a atenção.
A repórter Fabiana Novello, falava a respeito da entrevista coletiva prestada pelo ciclista “David Santos Souza” que teve seu braço amputado em um acidente na Avenida Paulista, e durante sua explanação algumas coisas me chamará atenção, vamos a elas:
1) David espera que o rapaz que o atropelou seja punido.
2) Advogado de David disse que pedirá indenização.
3) David disse que perdoa o rapaz, mas quer justiça.
Todas as frases são perfeitamente compreensíveis, justas e esperadas de alguém que como David viveu, vivi e continuará vivendo os reflexos do problema que o acometeu, quero externar que minhas palavras a seguir não são em nenhum momento uma crítica a ele, pelo contrário, sou solidário com sua dor e ora a Deus que o abençoe imensamente, mas quero aproveitar suas falas, ou pelo menos falas que lhe foram imputadas pela repórter, para a luz da Palavra de Deus fazer um paradoxo e um exercício de reflexão sobre o tema proposto acima.
Perdão Intelectual: Eu perdoo alguém, mas espero que o mesmo seja punido pelo mal que me causou e que de alguma forma me resarça os danos que me foram causados.
Perdão Real: Eu perdoo.
O perdão que Jesus nos oferece é o que estou chamando de “Perdão Real” e a melhor forma que encontro para explicá-lo é dizendo: “Seu escrito de dívida está pago, você não me deve mais nada.” Isso é verdadeiramente perdão. O que Jesus fez foi assumir o meu lugar, dar sua vida para pagar uma dívida que não era dele, e sim minha, ele escolheu fazer isso em meu lugar e nunca me cobrar e nem exigir justiça pelo que ele sofreu por minha causa.
Oro pela vida desse rapaz que atropelou o David, assim como oro pela vida do Divid, oro para que esse caso sirva de exemplo para muitos e que jovens não percam suas vidas, ou, sejam mutilados pela inconsequência da bebida e das baladas, oro para que Deus proteja nossos filhos(as) de viverem uma situação como essa em qualquer um dos lados desse triste episódio e por fim oro para que possamos aprender a perdoar e amar assim como Cristo amou.
Deus abençoe a todos.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
BBB 12

HIPOCRISIA!
Não que eu concorde como fato de crentes participarem de programas de televisão como o famoso “BBB”, porém tenho lido muita coisa a respeito do fato de duas supostas “irmãs” participarem da edição 12. Rapidamente descobri que uma delas foi dançarina de uma banda de forró, o que por si só já se configura em verdadeiro absurdo tal conduta para um crente em Cristo que refletir o caráter de quem ele segue. Não estou aqui para julgar a salvação de ninguém se é verdadeira ou não, sei que a Bíblia nos diz que no tempo certo Deus colherá o trigo e queimará o joio. Se puder ser um serviço ou não a causa do evangelho só saberemos após terminar a participação delas e ver qual foi o testemunho que deram, e posso garantir muito crentes que já assistem o continuaram fazendo só que agora terão uma desculpa “justa” para isso.
Temos a mania de classificar, o que pode e o que não pode. Imputar cargas pesadas aos outros, assim como faziam os Fariseus e mestres da Lei na época de Jesus, e aí Jesus ia ter com publicanos e pecadores, porém, sem nunca pecar, tenho certeza que essas moças não estarão lá com a convicção de não pecarem, pois se estivessem não participariam, pois a Bíblia nos ínsita a nos apartarmos do mal e não a nos colocarmos em situação de enfrenta-lo proposital e intencionalmente nos colocando em situação de risco e fragilidade.
Gostaria de refletir junto com os críticos das moças e não que eu seja um defensor delas (e literalmente não sou), a seguinte questão: Quem de nós pode atirar a primeira pedra?
Precisamos tirar as traves dos nossos olhos antes de querer tirar i cisco do olho de nosso próximo.
Deus nos abençoe a todos e a você Feliz 2012, com ou sem o BBB.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Mc 1.29-31
Logo que saíram da sinagoga, foram com Tiago e João à casa de Simão e André. 30 A sogra de Simão estava de cama, com febre, e falaram a respeito dela a Jesus. 31 Então ele se aproximou dela, tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou, e ela começou a servi-los. O texto imediatamente anterior a esse, trata de um homem que estando na sinagoga e ouvindo Jesus falar foi acometido de uma manifestação demoníaca, e Jesus sem nenhum “show” ou estardalhaço, mas com firmeza, ordena que o espírito imundo, “cale-se e saia dele”, nisso Jesus chama para si a atenção das pessoas que espantadas e admiradas comentam, "O que é isto? Um novo ensino — e com autoridade! Até aos espíritos imundos ele dá ordens, e eles lhe obedecem!”
Naquela época os judeus contavam as horas de uma forma diferente da de hoje, o dia doa judeu se iniciava às seis horas e essa era a primeira hora do dia e no Shabbat o culto na sinagoga chegava ao fim na décima segunda hora, que seriam seis horas da tarde, levando em consideração que o jejum sabático se iniciava ao entardecer da sexta-feira e termina no entardecer do sábado, nessa condição o que mais um homem quer e quebrar seu jejum e descansar, essa era a condição em que Jesus se encontrava naquele momento, fragilizado pelo jejum, cansado pelo esforço de estar explicando a Palavra durante longo período na sinagoga.
Chegando então no lugar onde ele encontraria descanso e alimento, encontra a sogra de Pedro acamada. O mal que a acometia era muito comum naquela época e até os dias de hoje ainda o é, o Talmud o denomina de “febre ardente” e determinava que a única forma de esse mal deixasse o corpo de quem dele estava acometido, seria o de seguir o seguinte ritual. Devia-se atar uma faca de ferro, mediante a uma mecha de cabelos, a um espinheiro. No primeiro dia deveria se recitar nesse lugar Êxodo 3.2-3, no segundo dia da mesma forma se recitaria Êxodo 3.4 e no terceiro dia, Êxodo 3.5. Logo após de recitava certa formula mágica e assim supunha-se que conseguir-se-ia a cura total. Contrário a tudo isso, Jesus apenas “tomou-a pela mão e ajudou-a a levantar-se. A febre a deixou” e isso nos diz algumas coisas a respeito de Jesus, primeira ele não precisa de publico para realizar milagres e atender a necessidade das pessoas, depois mostra que Ele nunca, por mais cansado que estivesse, deixava de atender a quem dele necessitasse e terceiro ele não dependia de rituais ou magias para realizar uma cura, e outras duas coisas importantes ele tanto curava o espírito quanto o corpo.
Outro grupo de personagens desses poucos versículos são os discípulos de Jesus, Tiago, João, Simão e André, eles nos mostram o que a princípio pode parecer uma atitude meio utilitarista, mas que na verdade é uma mostra que já desde o início da caminhada deles com Jesus depositavam plena confiança e dependência dEle, assim que como um ato continuo de oração falavam com alguém que além de mestre era intimo amigo e que poderiam a Ele levar com simplicidade suas necessidades, e sabiam que da mesma forma seriam atendidos, e tão simples como foi o pedido foi a resposta de Jesus.
E por último, mas não menos importante temos a lição que nos é dada pela sogra de Simão, alguém que de pronto recebe uma benção do Senhor e de imediato põe-se a servir os outros, ela com certeza, não era a única mulher da casa, não dependeria dela para que Jesus e seus discípulos pudessem se alimentar, mas ela entende que quando Jesus toca as nossas vidas Ele faz para que possamos abençoar outros, e assim aconteceu.
Minha oração:
Que Jesus em sua infinita sabedoria nos sare, para que possamos nos dedicar em servir como ato de gratidão a ele. Que tenhamos a intimidade de um amigo que com simplicidade pede o que precisa, muitas vezes nem para si, mas intercedendo por outro. E como Jesus, façamos o que Ele tem nos chamado a fazer, independente de se estamos em meio a multidão ou em uma casa humilde de um pescador e que isso sempre se reverta em Glória a Jesus. Amém
*texto sem revisão ortográfica.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Mc 1.23-28
23 Justamente naquela hora, na sinagoga, um homem possesso de um espírito imundo gritou: 24 "O que queres conosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos destruir? Sei quem tu és: o Santo de Deus! " 25 "Cale-se e saia dele! ", repreendeu-o Jesus. 26 O espírito imundo sacudiu o homem violentamente e saiu dele gritando. 27 Todos ficaram tão admirados que perguntavam uns aos outros: "O que é isto? Um novo ensino — e com autoridade! Até aos espíritos imundos ele dá ordens, e eles lhe obedecem! " 28 As notícias a seu respeito se espalharam rapidamente por toda a região da Galiléia.Em nosso texto anterior, falamos um pouco das funções da sinagoga, mas outra função não explorada anteriormente nos surgiu agora, a Sinagoga era também usada como tribunal. Ali eram julgados e as punições aplicadas a aqueles que descumpriam as duras regras do judaísmo.
Nosso texto acima nos mostra também uma particularidade bem interessante a respeito de Jesus, e se entendemos que Ele é o modelo que devemos seguir, devemos observar e imitar e não sair por ai criando novas formas de fazer algo que Jesus fazia com simplicidade. Vou explicar: Se lermos os relatos onde Jesus expulsa demônios, não veremos Jesus tocando no endemoninhado, apenas uma ordem branda, não há relatos de imposição de mãos ou qualquer outra coisa que possamos perceber. Isso mostra que apenas a autoridade do nome de Jesus é o suficiente para isso, não é necessário “mega shows” pelo contrário.
A crença que pairava entre o povo judeu daquela época era assim, “todo o mundo e sua atmosfera estavam cheios de demônios”, um fato interessante é que os médicos da época praticavam uma técnica da medicina chamada “Trépania” essa técnica se consistia em usar o trépano(rudimentar instrumento cirúrgico parecido com uma broca) para fazer um pequeno furo no osso do crâneo, pois acreditavam que assim os demônios poderia sai da pessoa, por isso era comum encontrar em exumações em cemitérios antigos vários crâneos com pequenas perfurações mostrando que tal pessoa havia sido trepanada.
Ciam que os demônios vinham de três possíveis fintes, eram elas:
1) Que os demônios eram tão velhos como a própria criação.
2) Que eram homens malvados que após a sua morte continuavam a realizar suas maldades. (uma espécie de possessão)
3) Já a grande maioria. Relacionavam com a história de Gênesis 6.1-8, e isso é também citado em 2Pe 2.4-5.
Como eles construíam sua crença?
Havia dois anjos que abandonaram a Deus um deles se arrependeu e voltou, porém, o outro “Shemaksai” por querer satisfazer sua luxuria resolve ser relacionar com as mulheres mortais. A palavra que é usada para designar demônios é “mazzikin”, que significa “o que faz o mal”.
Uma coisa é testemunhada por muitos médicos, que muitas vezes lutam de forma incansável com alguns pacientes portadores de males até simples aos olhos da medicina, mas que estranhamente não conseguem obter sucesso em seus tratamentos e quando ganhão uma batalha algo novo aparece e começa a batalha novamente, mesmo sendo cientistas, acabem crendo na existência de “algo” que a ciência não explica e que esteja provocando tais males.
Amados o assunto é polêmico e extenso, não pretendo esgotá-lo e nem firmar questões, mas colocar um pouco de luz ao texto estudado e trazer um aprofundamento do entendimento de como as pessoas na época de Jesus tinham.
Minha Oração:
Pai, coisas espirituais se discernem espiritualmente, então peço, dá-nos a sabedoria que vem de Ti para que compreendamos esses coisas, e as que não compreendermos, que Senhor acalme nosso coração e nos dê Paz. Em nome de Jesus. Amém.
*texto sem revisão ortográfica.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Mc 1.21-22
21 Eles foram para Cafarnaum e, assim que chegou o sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22 Todos ficavam maravilhados com o seu ensino, porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei. Não chegamos a metade do primeiro capítulo de Marcos e quanto já nos é revelado de Jesus e seu ministério, Jesus reconhece em João Batista o chamado de Deus a ação. É batizado e recebe a chancela de Deus aprovando e preparando para sua missão. Sai do deserto vitorioso sobre o diabo. Escolhe seus companheiros, aos quais irá infundir em seus corações sua Palavra. E a partir daqui lança-se em cumprir sua campanha de mudar o mundo. Escolhe a sinagoga como ponto de partida para sua mensagem pois é o lugar onde era apresentada a Palavra de Deus.
Duas instituições judaicas muito importantes o “Templo” e as “Sinagogas”, muito de nós tem dificuldade de separar uma coisa da outra, então vamos discorrer um pouco sobre suas principais diferenças entre um e outro.
Ao Templo, estava restrito duas atividades, a adoração e o sacrifício e o templo era único, não existiam vários templos e sim apenas “O Templo” em Jerusalém. Já as Sinagogas, essas existiam em grande quantidade, cada lugar ou vilarejo onde lá tivesse dez famílias judias vivendo, ali se instituía uma sinagoga, lugar onde sua finalidade era bem diferente do Templo. Na sinagoga, se cuidava de outras dias coisas, do ensino e instrução, por isso, a sinagoga para o judeu era muito mais influente que o próprio Templo, já que ao templo se ia apenas uma vez ao ano e a sinagoga fazia parte do dia-a-dia do povo.
Vamos entender como as sinagogas funcionavam, três figuras de extrema importância existiam na sinagoga, o Presidente da Sinagoga, o Distribuidor das Esmolas e o Chazzan. O Presidente era o responsável pela administração dos assuntos da sinagoga e ele era responsável pelos acertos para o serviço. O Distribuidor das Esmolas era responsável por recolher diariamente as ofertas dos mais abastados e qua podiam ofertar e distribuí-la entre os pobres, existia uma regra que cada pobre receberia o suficiente mantimento para quatorze refeições por semana. O Chazzan tinha algumas atribuições desde o cuidado com a limpeza da sinagoga como responsável em guardar os rolos sagrados com as cópias das Escrituras, e por tocar a trombeta de prata anunciando a todos a chegada do Shabbat.
Uma coisa que não existia na sinagoga era a figura de um ministro da palavra, sendo assim, a cada reunião o Presidente escolhia dentre os que ali estavam um que segundo seu conceito fora competente para explicar as escrituras que na sua maioria das vezes eram os Escribas, assim chamados pelo seu amplo conhecimento da Lei, e os Escribas mais importantes eram denominados de Rabino.
A Lei se compreendia no que conhecemos como Pentateuco ou os cinco primeiros livros da nossa Bíblia e que para os judeus é a Torá, o principal núcleo da Lei eram os Dez Mandamentos, mas para eles não se podia parar aí, ia-se além e se criavam regras para o cumprimento dessa lei e regaras para o cumprimento das regras, ou seja, uma infinidade de “humanidades” inseridas como verdades na vida do judeu e por não ser Palavra de Deus, não eram se quer escritas, mas ensinadas por tradição oral de onde vem o termo “Lei Oral” e mesmo não sendo a Lei escrita, tinham para aquele povo mais importância que a própria Lei escrita.
O texto nos mostra uma diferença enorme que havia nos ensinos de Jesus já desde o princípio de seu ministério, “porque lhes ensinava como alguém que tem autoridade e não como os mestres da lei.” A forma que Jesus ensinava supera em muito os ensinos dos escribas, Ele mostrava as verdades bíblicas com autoridade divina e nisso já no início de seu ministério começa dar o tom de que Jesus não precisava se apoiar em ninguém para transmitir suas verdades.
Como Jesus veio para falar do Reino de Deus, nada mais justo começar sua proclamação no lugar onde Deus era estudado, onde sua Palavra era estudada e para o povo ao qual estava o principal propósito de seu ministério.
Minha Oração:
Senhor como é maravilhoso poder estudar sua Palavra, como é prazeroso aprofundar no conhecimento dos detalhes da época e entender com isso um pouco melhor os porquês de algumas coisas. Continue a abençoar esse trabalho e me capacitar a entender os textos e comentaristas para transmitir de forma a edificar muitas vidas. Em nome de Jesus, amém.
*texto sem revisão ortográfica.
Assinar:
Postagens (Atom)