Mateus 7.2
Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês.
Se tiver um versículo bíblico que possa dizer que me causa medo é esse. Eu fico imaginando como vou sofrer quando eu for julgado e a dureza com a qual serei tratado. Olho para o meu coração e vejo como tenho atitude de reprovação para com o próximo, incapacidade de ter misericórdia, que tenho o habito de julgar as pessoas segundo o meu padrão e que esse padrão de julgamento nem sempre quero que seja usado para comigo, na verdade sou um hipócrita, mas não estou sozinho e claro minha intenção não é de te acusar, mas sei que no fundo no fundo você é assim também.
Fico muito feliz por ter um Deus que é misericordioso, compassivo, amoroso e que sim irá nos julgar, mas já tenho no sangue de Jesus o “álibi perfeito” e porque digo “álibi” porque como nas séries da TV que minha mulher tanto gosta – CSI, Law & Order – sempre são descobertos os verdadeiros criminosos, mas nem sempre são punidos e em muitos casos porque tinham um “álibi perfeito” que não foi possível de ser derrubado pelos intrépidos advogados de acusação. Claro reservadas às devidas proporções, assim é Jesus, o nosso “álibi perfeito”.
Onde eu quero chegar? Temos em nossas igrejas uma infinidade de pessoas que fazem opções erradas em suas vidas nas áreas do sexo, do dinheiro, do comportamento, nas relações humanas e não que eu queira que nos conformemos com o pecado – e definitivamente eu não quero – mas como devemos olhar essas pessoas?
Recentemente tive a infelicidade de Julgar um casal muito próximo, eles desceram às águas do batismo, porém como se tratam de pessoas que não estão casadas como determina a Lei e essa pessoa perguntou a minha opinião e mais uma vez na minha vida permiti que minha dureza de coração refletisse toda minha humanidade e disse “eu não teria realizado” como se houvesse em mim alguma autoridade para isso. Quero aproveitar para formalmente pedir a esse casal perdão. Espero em Deus que como eu tantos quantos lerem esse editorial entendam não há nenhuma concordância minha com o pecado, mas apenas a preocupação em não julgar o meu próximo e sim de amá-lo como Jesus amou sua Igreja.
“Senhor capacita-me a ser menos julgador dos outros e mais consciente das minhas falhas e ser amoroso para com o meu próximo e não levar a ele reprovação, mas amor, apoio e compreensão, no poder que há no nome de Jesus. Amém”.
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